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Após décadas no ostracismo, Marina Lima tenta ressuscitar carreira como a Anitta da esquerda e lança funk "Vai Coxinha"



Após décadas no ostracismo, a cantora Marina Lima resolveu tentar pegar carona no sucesso da mega milionária cantora carioca Anitta com o lançamento do 21° disco, intitulado Novas Família, a ser lançado em março. Entusiasmada com o sucesso da escola de samba Paraíso do Tuiuti, Marina oPTou por atacar de Anitta da esquerda com o funk "Vai Coxinha".

Para não pegar mal e ficar parecendo uma cópia barata do sucesso "Vai malandra" da cantora carioca,, a música de Marina Lima acabou ficando com o título "Só os Coxinha", deixando a expressão "Vai" para o final de cada refrão. Obviamente, Marina Lima tem o triplo da idade de Anitta e possivelmente uma uma fração ínfima da fortuna da jovem cantora que se recusou a participar do projeto da Globo de uma versão de uma música chamada "Vampirão". A iniciativa fracassou mas acabou sendo levada para a avenida Marquês de Sapucaí no último Carnaval pela Paraíso do Tutiti. Assim como os "Coxinhas", Temer é odiado pela esquerda brasileira por tê-la deixado anêmica, quase na UTI, ao cortar repasses a movimentos sociais, demitido dezenas de milhares de petistas que ocupavam cargos comissionados, cortado repasses do BNDES para as empresas amigos do PT e acabado com a mamata dos artistas da Lei Rouanet, que aos poucos começam a voltar ao trabalho. O apelido vampirão não é por acaso.

O comentário de uma internauta ilustra bem o erro de avaliação na estratégia de marketing da cantora: "Chegou atrasada. A onda da coxinha já ta meio ultrapassada, não? Deveria ter ficado no ostracismo". De fato, com a fragmentação da direita entre perdidos, cautelosos e fanáticos, o "Coxinha" virou praticamente uma espécie em extinção neste ano de eleição.

Como Marina Lima não tem o dinheiro de Anitta, o videoclipe gravado no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, que será lançado domingo, em 3 de março, é sofrível, assim como a letra da música, repleta de diminutivos infantis e provocações que ocultam um ressentimento profundo contra a maioria dos brasileiros. Marina também não tem o mesmo rebolado de Anitta. Por este motivo, a ausência na produção de baixa qualidade, aparentemente gravada em um celular Android 4.1 Jelly Bean. Aviso: a letra, melodia e o clipe são exageradamente toscos, dignos de uma expressão 'artística' de ódio contra uma parcela da sociedade que estava indignada com a roubalheira do PT. Acompanhe abaixo a obra da ativista de esquerda Marina Lima


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