Além de corruptos, parlamentares do PT são os mais medíocres. Lindbergh Farias é o pior político, segundo ranking



O site Infomoney publicou um relevante estudo sobre o desempenho dos parlamentares da atual legislatura no Congresso Nacional. A matéria de  Alan Ghani mostra um Ranking com um detalhado estudo sobre o desempenho dos políticos em atuação e que devem concorrer nas próximas eleições (AQUI) .

De acordo com a ferramenta, os políticos do PT apresentam os desempenhos mais medíocres entre todos os parlamentares. Isto significa que, além de corruptos, são incompetentes interessados apenas em receber seus altos salários e privilégios. Todos os senadores do PT, por exemplo, figuram entre os piores no Senado. O mesmo fenômeno pode ser observado entre os deputados federais do partido. Entre os 13 parlamentares com pior desempenho, 9 são do PT, 2 do PDT, 1 do PCdoB e 1 do PEN.

A uma ferramenta criada para avaliar quantitativamente, de acordo com critérios objetivos, o desempenho de deputados e senadores é um meio fantástico para ajudar o eleitor a escolher seu candidato nas próximas eleições majoritárias. Embora exista um forte clamou popular pela renovação do Congresso, há que se considerar alguns aspectos neste fenômeno.

Setores do Judiciário saudosos dos governos corruptos do PT andaram demonizando a classe política ao longo do último ano. Todos se lembram da conspiração criminosa entre o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os criminosos da JBS, incluindo o empresário Joesley Batista. É fato que o Supremo Tribunal Federal, presidido pela ministra Cármen Lúcia, foi cúmplice direto na vergonhosa conspiração, pois coube ao STF homologar a delação de um chefe de organização criminosa, uma medida que viola claramente a Lei de Delação Premiada. De acordo com a lei, chefes de organizações criminosas não podem colher benefícios em acordos de delação, mas o ex-PGR e o STF, por iniciativa do ministro Edson Fachin, homologou a delação de Joesley a toque de caixa e ainda concederam ao criminoso contumaz imunidade total.

Antes de pensar em renovar totalmente o Congresso, o leitor precisa ainda considerar que entre os quase 600 congressistas na Câmara e no Senado, apenas 130 são investigados criminalmente. Obviamente, a maioria do PT.

Outro aspecto a ser considerado pelo eleitor é que foi justamente deste Congresso que saíram projetos importantes para o país, como a Lei que limita o teto dos gastos públicos na União, estados e municípios, a reforma do Ensino Médio, a reforma da Legislação Trabalhista, a lei que dobra a pena para motoristas alcoolizados, etc. Entre os deputados e senadores, há nomes experientes que estão há mais de 20 anos participando de comissões e estão mais familiarizados com os problemas e desafios do país que qualquer outro estudioso. Entre os 513 deputados federais, apenas 11 recebem auxilio moradia. Somente seis deles recebem o benefício da forma mais vergonhosa, que é aquela em que o parlamentar não precisa explicar o que faz com o dinheiro do contribuinte.

O eleitor deve pensar bem antes de escolher seu candidato. Entre votar em um novato que está prometendo mundos e fundos, ou escolher um parlamentar tarimbado, que tenha apresentado e aprovado projetos relevantes para o país, a última opção deve ser considerada com bastante responsabilidade. O fato é que não há democracia fora da política, como pretendiam impor os membros do Judiciário e do Ministério Publico Federal que passaram os últimos meses nas redes sociais e na imprensa demonizando a classe política que agora avança para cortar privilégios e acabar com a desigualdade na Previdência Social com a proposta do governo de um regime único para servidores e trabalhadores da iniciativa privada. Os mais de 45 milhões de brasileiros que recebem um salário mínimo não serão afetados, mas independente de ficar melhor ou pior, o fato é que a proposta do regime único tem por objetivo assegurar direitos iguais para todos.  Se isto não é democrático, seria preciso rever o conceito de Democracia. Igualdade é igualdade, embora os que defendam seus privilégios pensem diferente.

Voltando à ferramenta divulgada pelo Infomoney, "o ranking engloba aspectos como falta em sessões, gastos parlamentares, processos judiciais e votação nas principais leis de interesse nacional. Uma matéria de interesse nacional é classificada de acordo com os seguintes critérios: o quanto ela ajuda no combate à corrupção, no fim dos privilégios e no desperdício da máquina pública".

De acordo com a publicação, é possível avaliar critérios impostantes no momento de identificar a postura de cada parlamentar. "Por exemplo, de acordo com o índice, a aprovação pela reforma trabalhista teve uma pontuação positiva ao diminuir os desperdícios com a máquina pública e o fim de privilégios (imposto sindical). Nesse caso, se o deputado votou pela aprovação, terá uma pontuação favorável, caso contrário, perderá pontos.

O ranking aponte como pior político o senador Lindbergh Farias do PT com -570 pontos, ocupando a 594º posição. Recentemente, o senador foi criticado por incitar a violência ao gravar um vídeo chamando militantes para compor uma esquerda que não seja “frouxa”, poucos dias antes do julgamento do ex-presidente Lula pelo TRF-4. Já senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) também está na "lanterninha" ocupando a 517º posição. A senadora será julgada pelo STF por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Em sentido oposto, o deputado federal Miguel Lombardi (PR-SP) ficou em primeiro lugar do ranking com 518 pontos. Já a senadora Ana Amélia (PP-RS) ocupa a 8º posição, enquanto Renan Calheiros (PMDB-AL) a 503º lugar.

É importante ressaltar que o ranking não tem um viés político, mas liberal em sentido econômico. Por exemplo, se na hipótese remota um deputado federal do PT votar pela aprovação da reforma da previdência, esse receberá uma pontuação positiva. Em sentido contrário, se um parlamentar de viés mais liberal votar contra, receberá pontuação negativa.

É evidente que toda métrica tem suas limitações metodológicas. No entanto, o ranking dos políticos é uma métrica honesta ao mostrar abertamente os seus critérios metodológicos. O ranking é importante também ao refutar objetivamente a generalização de que “nenhum político presta”, tão em moda recentemente.

Vale lembrar que a escolha de parlamentares é tão importante quanto a escolha do presidente da república. Afinal, uma série de medidas passam obrigatoriamente pela aprovação do Congresso Nacional, e um presidente não governa sem uma base parlamentar forte. Certamente o ranking dos políticos é um instrumento que pode ajudar o eleitor a votar pra deputado e senador em 2018".

Use o Ranking dos políticos (AQUI) para escolher seu candidato. 

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