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A estranha visita de Bolsonaro a supostos globalistas ligados à Nova Ordem Mundial - Vídeo



Enquanto muitos continuam alheios às mãos que movimentam os cordéis da economia mundial visando assegurar a hegemonia econômica de grupos globais, os teóricos sobre a atuação e a relação de sociedades secretas como os Illuminati e grupos conhecidos como globalistas defendem que há sim uma campanha de bilionários pelo controle do fluxo de capitais no mundo.

As elites de donos de grandes fortunas no mundo sabe que  seus impérios financeiros podem sucumbir e se encarregam de assegurar uma aliança global entre chefes de Estado e potenciais líderes com vistas a canalizar grandes fluxos de capitais. O objetivo destes grupos é continuar irrigando um ordem estabelecida nas sombras de empresas e governos ao redor do mundo.

Para impedir que os pilares dessa rede global se desmoronem, os globalistas investem na desagregação das sociedades coesas, estimulam divisões ideológicas e estimulam um caos social silencioso.

As técnicas para tornar as sociedades cada vez mais fracas são conhecidas do grande público e se dá através da ação de atores políticos e grupos que investem na mudança na consciência coletiva, estimulando as massas a erguerem suas vozes por uma suposta redenção salvadora, libertadora e vingativa. Este processo pode se dar de forma pacífica, através de agentes culturais, ou de forma truculenta, através da imposição de pautas nas quais grupos ideológicos diferentes opõem-se uns aos outros, visando a unificação e o prevalecimento.

Para controlar a liquidez global e ter acesso ao dinheiro dos contribuintes, estas organizações investem em elementos chave, capazes de influenciar parte da sociedade, em troca de poder, dinheiro e influência. Através de elementos influentes nos países, estes grupos conseguem acesso ao dinheiro do povo por meio de bancos, companhias de seguros, fundos de investimento, fundações, empresas de fundos e fundos fiduciários, tornando essas instituições credoras de governos. É desta forma que os globalistas asseguram o acesso ao dinheiro das massas, pois é o próprio Estado que se 'endivida' e repassa recursos do contribuinte para as instituições por eles controladas.

Aluns teóricos apontam para o globalismo sionista de uma suposta aliança entre Israel, EUA e Arábia, segundo a qual os três países serviriam aos interesses da Oligarquia Mamonista-Talmudista de Londres, Nova York e Basileia. Além de outras inciativas mais complexas, grupos globalistas atuam de forma bem simples: emprestar aos governos, corporações estaduais, multinacionais e outros, o dinheiro que quiserem. A prata representa o bezerro de ouro no tempo de Arão e Moisés. Quando o banco lança pagamentos, alguns governos atolados acham impossível cumprir suas obrigações. Por acordo, os governos são obrigados a negociar o preço do poder. Atualmente, vários países estão tecnicamente falidos, a infiltração dos quadros sinárquicos introduzidos pelos globalistas em posições-chave para garanti o acesso aos recursos de governos espalhados pelo mundo. Um dos caminhos mais fáceis de se chegar aos objetivos é justamente o voto popular.

É justamente neste contexto que uma visita sigilosa do deputado Jair Bolsonaro ao Clube Bilderberg, um dos expoentes dessa Nova Ordem Mundial ligada ao mega bilionário George Soros, levanta suspeitas. No registro abaixo, é possível notar a postura subserviente do parlamentar perante a interlocutora do Clube Bilderberg,  Shannon K. O'Neil, que também representa interesses do poderoso grupo Rockefeller na América Latina. Acompanhe no vídeo abaixo a denúncia feita por um canal conservador:



Tudo pode não passar de mais uma grande teoria da conspiração. De qualquer modo, caberia ao pré-candidato Jair Bolsonaro vir a público esclarecer que tipo de interesses, e em nome de quem, teria ido tratar com grupos tão poderosos.


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