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Se Dilma tivesse seguido sua carreira de assaltante de bancos, teria poupado o país de tantos prejuízos



A ex-presidente Dilma Rousseff foi apontada pelo ex-presidente Lula como a responsável direta por uma das maiores burradas da história da República, quando a petista abriu mão de mais de R$ 500 bilhões em receitas em favor de empresários bilionários.

É claro que Lula se omitiu ter sido o pais da bandalheira que das Medidas Provisórias de incentivos fiscais que acabaram lhe rendendo um belo processo na Justiça, numa ação penal em que se tornou réu ao lado do filho caçula pela venda de MPs em troca de vantagens indevidas.

O petista também omitiu ter sido o pai do famigerado projeto de criação de campeãs nacionais através do Bolsa Empresário. Estima-se que os governos do PT de Lula e Dilma tenham destinado cerca de U$ 500 bilhões a empresários corruptos, bancos e a projetos fadados ao fracasso por terem sido concebidos com o propósito de viabilizar desvios bilionários em favor do partido e de seus financiadores. Em valores atualizados, são quase R$ 2 trilhões que deixaram de ser investidos em benefício do Povo.

Quando Lula se deu conta do tamanho do rombo no caixa da União ainda no ano de 2013, logo se deu conta de que concorrer na eleição de 2014 no lugar de Dilma não seria uma boa ideia e deixou que a petista se responsabilizasse pelas cagadas acumuladas ao longo de três mandatos do PT iniciados no por ele no ano de 2003.

Para tentar solucionar o problema do rombo bilionário nas contas públicas, Dilma, incentivada por Lula, propôs uma forte elevação dos impostos. Na prática, os dois queriam impor ao povo o gosto amargo da fatura da incompetência, ganância pelo poder e corrupção desenfreada de seus governos. Por sorte, Dilma teve seu mandato cassado antes que o Brasil quebrasse de vez e deixou apenas 14 milhões de desempregados.

Os danos para o país teriam sido bem menores se Dilma não tivesse sido presa nos anos 70 e continuasse sua carreira de assaltante de bancos. No vídeo abaixo, o ex-marido da petista, Carlos Araújo, relembra com saudades que Dilma era uma boa companheira de armas nos tempos em que os dois assaltavam bancos para obter dinheiro para comprar armas. Além dos bancos, o casal tinha outros alvos estratégicos, como roubar caminhões de carne na baixada fluminense. Confira no vídeo abaixo o relato quase romântico de Araújo sobre as peripécias do casal nos anos 70.

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