"Quando a esperteza é grande, engole o esperto", diz o ditado popular.



O ex-presidente Lula sempre se julgou um cara muito esperto. Confiantes nas fórmulas infalíveis constantes da cartilha de corrupção arquitetada pelas mentes criminosas do comunismo há mais de um século, o petista e os integrantes do PT resolveram confiar nos métodos primitivos de blindagem de crimes do grande líder.

"O próprio Lula já estava bastante familiarizado sobre como funcionava a política de favores e vantagens indevidas desde os seus tempos de sindicalista. Afinal, não pegava bem um operário aparecer com coisas incompatíveis com sua renda. Foi de forma 'terceirizada' que Lula adquiriu praticamente tudo que usufruiu em sua vida. Sim, o termo mais apropriado para a maioria das coisas que se adquire de forma fácil e indevida é usufruir.

A maior parte das propinas recebidas por Lula evaporaram feito éter. A volatilidade do dinheiro sujo se deve justamente à prodigalidade com que se torra aquilo que veio fácil. Banquetes, bebidas caras, pequenos mimos de preços proibitivos, esbórnia com amigos e outras concupiscências cometidas longe da luz do dia que não deixam rastros.

Neste aspecto, o patrimônio de Lula e de outras pessoas que se valeram de artifícios pouco nobres para colocar as mãos em somas vultosas inexplicáveis representa apenas a ponta do iceberg de tudo que foi amealhado de forma criminosa. A maior parte dos recursos foi consumida de forma submersa e desregrada.

Mas ao assumir a Presidência da República em janeiro de 2003, as coisas mudaram bastante. Se Lula passou a ter acesso a tudo que bem desejasse com um estalar de dedos, a fatura agora era legalmente paga pelo contribuinte, por outro lado, precisava se cercar de cuidados com o que entrava 'por fora'.

Mas à esta altura do campeonato, Lula e seus asseclas já haviam se tornado especialistas na arte de corromper e ocultar e lavar dinheiro. Para evitar ser pego com a boca na botija durante o exercício de seus dois mandatos e correr o risco de perder o cargo por um crime no exercício do mandato, Lula programou o recebimento das propinas para quando deixasse a Presidência.  Em outras palavras, Lula plantou corrupção durante oito anos para colher propina a partir de 2011.

Os preparativos para a colheita começaram ainda em 2010, quando começaram a ser providenciados o sítio em Atibaia, o terreno de R$ 12 milhões da Vila Clementina, o triplex no Guarujá e a cobertura em São Bernardo do Campo. Está tudo devidamente documentado. Em nome de laranjas, é claro. Havia ainda um fundo milionário para cobrir as despesas do petista com jatinhos, repasses em dinheiro para os filhos e uma 'ajudinha' para os amigos. Este fundo estava distribuído em contas nos bancos de propina mantidos pela Odebrecht, OAS, JBS e outros 'parceiros' beneficiados durante os dois mandatos do petista. Para formar esta 'poupança' de propina, Lula não se importou em liberar bilhões do dinheiro do contribuinte para seus parceiros. O petista comandou um verdadeiro assalto aos cofres públicos e deixou para receber sua parte ao fim de seu mandato em 2010.

Em janeiro de 2011, Lula tirou um dias de descanso com a família e se refugiou no Forte dos Andradas, no Guarujá. O petista estava tão confiante na eficácia de seus planos, que até os jornais da época já noticiavam sobre sua cobertura triplex que estava em fase final de acabamento naquela cidade. (confira clicando aqui).

O petista esta rindo de orelha a orelha e pronto para começar a mais extraordinária colheita de propina de todos os tempos. Estava tudo arquitetado de forma minuciosa, de modo a permitir que o petista usufruísse tranquilamente as vantagens indevidas e dos milhões em suas contas em bancos de propinas das empreiteiras, frigoríficos, bancos, empresas de jatinhos e as doações polpudas ao Instituto de fachada que levava seu nome.

O petista, que havia chegado pobre à Presidência da República oito anos antes, manteria o padrão de vida de um Chefe de Estado mesmo após deixar o cargo. Todos os luxos, mimos e comodidades que eram bancados pelo contribuinte durante o exercício de seus dois mandatos forma estendidos indefinidamente pelo próprio Lula com o mesmo dinheiro do contribuinte. A única diferença é que agora se tratava de dinheiro roubado do povo. Dinheiro sujo oriundo de negociatas fedorentas, contaminado pela chaga do crime, da corrupção, da ganância e da luxúria. Foi este o fruto que Lula colheu. Foi este o fruto que o infectou, que o envenenou e que será depurado de seu organismo durante os longos anos de cadeia que terá pela frente".

Lula não contava com as possibilidades nada favoráveis que enfrentaria ao se tornar o principal alvo da Operação Lava-Jato, a maior investigação da história da Polícia Federal. Além de experientes delegados e procuradores atuando no caso, os investigados tinham pela frente Sérgio Fernando Moro, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, um dos mais rigorosos juízes do Brasil e reconhecido como um dos mais especializados em processos contra lavagem de dinheiro em todo o mundo.

O magistrado não se intimidou com as constantes ameaças sofridas ao longo de mais de três anos de investigação. Moro tornou Lula réu em três ações penais no âmbito de seu esquema de corrupção na Petrobrás e a sítio de Atibaia, ao triplex do Guarujá e a propinas de empreiteiras. Moro foi além e já condenou o petista a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex, que será julgado esta semana na segunda instância pelos desembargadores da 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de Porto Alegre. Delatado por dezenas de cúmplices e citado 186 vezes, o petista tem pela frente nada menos que sete ações penais.
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