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Polícia Federal se prepara para prender derrotados nas eleições e dobra efetivo para casos com foro privilegiado



A turma que vai sair derrotada das urnas em 2018 pode começar a preparar a malinha com o kit presidiário. A Polícia Federal dobrou o número de policiais e delegados à disposição do grupo ligado à direção-geral para investigar os casos que tramitam no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre congressistas, ministros e outras autoridades com foro privilegiado.

As notícias não são nada boas para gente como Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Humberto Costa. O esforço para acelerar as investigações contra políticos com foro privilegiado tem como objetivo chegar ao fim das eleições com os alvos já definidos. Para otimizar os trabalhos, o número de delegados passou de 9 para 17 e o número total de policiais, incluindo agentes e escrivães, deverá sair de 24 para 56.

Segundo o delegado Eugênio Ricas, chefe da Dicor (Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado), a meta  é baixar a média de duração de um inquérito sobre autoridade com foro privilegiado dos atuais 10 meses para 6 meses. Caso se confirme essa previsão, os inquéritos poderiam ser encerrados antes das eleições deste ano.

A previsão de baixar a duração dos inquéritos foi apresentada pelo diretor-geral do órgão, Fernando Segovia, à presidente do STF, Cármen Lúcia, em dezembro passado.

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