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Moro cogitou prender Lula por intimidação de autoridades, mas decidiu aguardar TRF-4. O petista continua ameaçando seus julgadores



As ameças feitas recentemente pelo ex-presidente Lula e aliados contra os membros da 8;ª Turma do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre não são bem uma novidade em termos de tática do petista, no sentido de tentar intimidar seus julgadores.

Desde a deflagração da Operação Lava Jato em 2014, Lula tem se deparado com a dificuldade em seu defender na esfera judicial. O petista foi implacavelmente encurralado pelo grau de precisão das apurações de seus crimes por parte da Polícia Federal e demais integrantes da força-tarefa da maior investigação sobre corrupção do país. Desde então, Lula e seus aliados têm recorrido a técnicas de intimidação, as mais diversas. 

Ao proferir a sentença em que condenou o petista pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em julho de 2017, o juiz federal Sérgio Moro registrou a possibilidade de prender o petista preventivamente, em virtude de suas ameças. Em sua sentença, Moro criticou as "táticas bastante questionáveis" da defesa de Lula, "como de intimidação do ora julgador" e de outros agentes da lei, procurador da república delegado e até da imprensa. "Até caberia cogitar a decretação da prisão preventiva (...) mas a prudência recomenda o julgamento pela Corte de Apelação", assinalou o magistrado, referindo-se ao julgamento do recurso de Lula no TRF-4, marcado para esta quarta-feira, 24.

Lula e sua facção criminosa continuam ameaçando autoridades.

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