Lula não sofreu apenas desgaste político, mas também como homem, como cidadão. Um criminoso condenado não representa qualquer esperança para uma nação



Embora a presunção de inocência seja um princípio jurídico de ordem constitucional, qualquer cidadão envolto em denúncias graves, em qualquer sociedade, vê recair sobre si um manto de suspeições que o isola dos demais cidadãos. Não por uma questão de preconceito, mas por uma mera precaução. Pelo menos até que o indivíduo consiga provar sua inocência.

No caso do ex-presidente Lula a situação não é diferente. O homem que chegou a contar com a aprovação de mais de 80% da população, segundo institutos de pesquisa regiamente remunerados com o dinheiro do contribuinte, seu isolamento por parte da sociedade só não é completo hoje graças ao apoio de cúmplices de seus esquemas criminosos, de baderneiros dos movimentos sociais, dos militantes remunerados e de parte da marginalidade exponencialmente multiplicada ao longo da última década e meia, e que assola o país nos dias de hoje.

A escalada da criminalidade no país prosperou justamente durante os anos de ouro no PT no poder, quando Lula e os membros de sua organização criminosa drenaram bilhões dos cofres públicos antes de deixarem o país com 14 milhões de desempregados e mergulhado na pior recessão da história. A corrupção de Lula e de seus comparsas é assassina de vidas de sonhos e do futuro de milhões de jovens brasileiros que perderam a oportunidade de prosperar, se qualificar e de se educar num ambiente adequado.

Lula é o grande responsável por todos os crimes cometidos na administração pública, pois dominou o governo com mão de ferro, mesmo durante os anos em que Dilma permaneceu no comando do país. Só o PT tinha a chave dos cofres públicos e somente Lula, o chefe da organização criminosa, era o único que tinha o poder de indicar quem podia ou não podia roubar.

Ao longo dos últimos três anos, Lula foi recoberto por várias camadas de mantos de suspeições e não conseguiu se livrar de nenhuma delas. As consequências foram as mais previsíveis, levando em conta a tendência da sociedade em isolar suspeitos de terem atentado contra ela. Lula foi denunciado criminalmente e se consagrou réu em nada menos que sete ações penais. Por obra e mérito próprio, tornou-se um criminoso condenado em segunda instância a 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, e agora caminha em direção à prisão.

Tendo em vista um retrospecto de acusações das quais não conseguiu se desvencilhar perante as autoridades, seu isolamento político acabou se aprofundando, na mesma proporção em que o repúdio à sua figura foram se agigantando. O desgaste político foi tão grande que acabou resvalando para a sua imagem como homem e como cidadão. Este isolamento da sociedade está prestes a ser conduzido ao nível máximo concebido pela Justiça para separar homens de bem de criminosos. Ao ser preso em breve, Lula deixa automaticamente de representar qualquer esperança para o país e passará a fazer companhia aos seus pares na prisão, como João Vaccari Neto, Antonio Palocci e outros cúmplices de seus crimes privados do convívio com a sociedade.
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