Lula é um ator canalha a serviço das elites. Foi o sujeito que mais transferiu dinheiro dos pobres para os ricos em toda história do Brasil



O ex-presidente Lula é de longe um dos maiores canalhas da história do Brasil. Embora outros canalhas que se beneficiaram dos agrados, vantagens indevidas e esquemas de corrupção dos governos petistas não concordem com esta definição, o fato é que Lula e o PT promoveram a maior inversão de distribuição de riquezas do país em toda a história.

Lula transformou o BNDES em um verdadeiro guichê do capitalismo de Estado brasileiro a serviço dos donos das grandes fortunas e distribuiu o dinheiro do contribuinte a 91 dos 100 maiores grupos nacionais. Segundo o Ministério Público Federal, os governos do PT transferiram de forma irregular ao  BNDES  cerca de R$ 500 bilhões do Tesouro Nacional (dinheiro do povo).

A maior parte deste dinheiro foi parar nos caixas da Odebrecht, OAS,  Andrade Gutierrez e JBS-Friboi. Na prática, pouco mais de 50 famílias receberam 2 vezes e meia mais recursos que as 13,5 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família, que teve investimentos de pouco mais que R$ 200 bilhões durante o mesmo período.

Mas os números da transferência de riquezas do povo para as elites não param por ai. Recentemente, o governo federal tornou públicos os documentos que comprovam que Lula e Dilma distribuíram R$ 723 bilhões do dinheiro do contribuinte para empresários bilionários entre os anos de 2007 e 2016 através de um esquema criminoso de renúncia fiscal. Acompanhe abaixo um trecho do arquivo que pode ser visto no link no final da matéria.

"Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (SEAE/MF) 1 Nota Técnica:

 Benefícios Financeiros e Creditícios da União

Os benefícios financeiros e creditícios (ou subsídios1 ) se materializam por meio da operação de fundos e programas públicos, com o objetivo de fomentar setores econômicos, o acesso a serviços por famílias de baixa renda, a economia regional e o desenvolvimento econômico.

Essa concessão, no entanto, tem um custo para a sociedade e deve ser realizada com parcimônia e, em alguns casos, por tempo determinado. Os incentivos setoriais devem ser justificados por meio de rigorosas análises que apontem o benefício social maior do que o retorno privado, e também maior do que o próprio custo da intervenção.

Adicionalmente, é preciso estabelecer os critérios para a revisão dos programas e sua eventual descontinuidade. A concessão de subsídios voltados a alguns projetos de infraestrutura e de educação são plenamente justificáveis. Em outros casos, no entanto, a concessão de subsídios termina por fomentar atividades empresariais específicas, cujos custos dos subsídios nem sempre são conhecidos nem debatidos pela sociedade.

Nos últimos dez anos, observou-se forte crescimento nos benefícios financeiros e creditícios 2 concedidos pelo governo federal, os quais passaram, de R$ 31 bilhões, em 2007, em valores atualizados pelo IPCA, para R$ 115 bilhões 3 , em 2016, um crescimento real de cerca de 16% ao ano. Assim, somando os desembolsos anuais do Tesouro Nacional com subsídios de 2007 a 2016, o governo federal concedeu R$ 723 bilhões em subsídios.

Dessa conceituação, depreende-se que os benefícios financeiros e creditícios são relacionados com a ideia de despesa pública, sejam eles explícitos ou não no Orçamento Geral da União. Os explícitos, que representaram 41% (ou R$ 294 bilhões) dos benefícios concedidos de 2007 a 2016, aparecem como despesa primária; enquanto os implícitos, representando 59% (ou R$ 429 bilhões), impactam a dívida pública do Governo Federal. E, valores atualizados, o rombo no caixa da União com a camaradagem de Lula e Dilma para com os pobres donos de fábricas de automóveis e eletrodomésticos, entre outros, chega a mais de R$ 789 bilhões. Além do contribuinte cobrir parte do rombo, a sociedade perdeu investimentos preciosos na educação, saúde e segurança.

Mas para quem imagina que a transferência criminosa de riquezas dos mais pobres para os mais ricos ficou apenas nisso durante a era PT está enganado. Em relação aos ganhos dos trabalhadores e pensionistas da iniciativa privada, Lula e Dilma aumentaram em mais de 67% os rendimentos da elite do funcionalismo público, incluindo o Judiciário e o MPF. Apenas os gastos com benefícios como auxílio-moradia para membros do Judiciário durante o governo Dilma aumentaram em cerca de 600%. Isto significa que ao longo de quase uma década e meia no poder, o PT de Lula transferiu do contribuinte cerca de R$ 1.9 trilhões do dinheiro do contribuinte para a elite do funcionalismo público.

Como se não bastasse drenar o dinheiro do pobre para os bolsos dos ricos de uma forma sem precedentes na história do país, Lula e Dilma alimentaram os tubarões do mercado financeiro como banqueiros e especuladores com a manutenção da inflação e dos juros altos. Este é o instrumento mais indecente de transferência de renda dos pobres para os ricos. Durante o último ano do PT no poder, os juros e a inflação estavam em torno de 14% ao ano. Hoje, o país convive com inflação de 2.9% ao ano e juros na casa dos 7%.

Considerando estes números, é possível afirmar que Lula e Dilma, através da manutenção da inflação e dos juros altos, transferiram para os mais ricos outros belos trilhões de reais ao longo da década e meia em que estiveram a frente do governo.

É pouco? Some-se a isso os mais de R$ 15 bilhões destinados aos artistas petistas através da Lei Rouanet, cerca de 138 bilhões distribuídos a movimentos sociais, blogs e jornalistas petistas, meios de comunicação simpáticos e outros tradicionais aliados do PT como sindicatos, ONGs, os R$ 86 bilhões em prejuízos com a corrupção na Petrobras assumidos pela ex-presidente da estatal, Graça Foster, etc.

Todo este dinheiro poderia ter ajudado a amenizar a situação de cerca de 52 milhões de brasileiros que vivem hoje, em 2018, abaixo da linha da pobreza, de acordo com o IBGE. Dados do Banco Mundial mostram que cerca de um quarto da população no país vive com uma renda familiar mensal equivalente a R$ 387,07. A renda destas famílias poderia ser um pouco melhor agora, caso tivessem tido acesso à educação, saúde, cursos profissionalizares, empregos, financiamentos para pequenos empreendimentos, etc. Dinheiro não faltou, mas foi tudo parar nas mãos dos donos das grandes fortunas. Por graça e obra de Lula, o maior canalha da história do país. Lula roubou o dinheiro do povo para dar aos ricos em troca da manutenção do PT no poder e de pequenas 'comissões' para ele e seus aliados.


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