Lula diz que Sérgio Moro deveria ser exonerado, pelo bem do serviço público, e tenta desmoralizar presidente do TRF-4



O ex-presidente Lula voltou a atacar seus julgadores na noite desta terça-feira 17, durante evento no Teatro Oi, no Rio de Janeiro. O petista fez ataques diretos contra o o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, contra o juiz Sérgio Moro e contra os desembargadores que irão julgar seu recurso no Tribunal da Lava Jato no dia 24 de janeiro.

Com ironias e suposições estapafúrdias, Lula duvidou que as autoridades estejam cumprindo funções a que estão acostumados no cotidiano de suas profissões:

- Acho estranho o presidente do tribunal não ter lido a sentença e ter falado que era irretocável. Estranhei um cara (desembargador) ler não sei quantas mil páginas em poucos dias, mas, como tem leitura dinâmica, pode ser. O que me chamou atenção foi que esse cidadão vai a Brasília pedir proteção da Suprema Corte, no Temer, no Etchegoyen, sem dizer quem está ameaçando. Esse cidadão é bisneto do general Thompson Flores, que invadiu Canudos e matou Antônio Conselheiro. É da mesma linhagem. Quem sabe esteja me vendo como cidadão de Canudos — disse Lula, insinuando em seguida que o presidente do TRF-4 estaria interessado em acabar com sua linhagem.

Lula também tentou desqualificar as denúncias de ameaças anônimas perpetradas por petistas contra os membros do TRF-4 e afirmou que o presidente do Tribunal deveria explicar 'quem é que está ameaçando'

Entre um vastíssimo repertório de besteiras e frases de efeito repetidas em seus últimos discursos, sugeriu ainda que os procuradores da República e  o juiz Sergio Moro  deveriam ser exonerados, pelo "bem do serviço público".

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