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Lula começa a feder. TRF-4 deve confirmar sentença de Moro, que o proibiu de ocupar cargo público por 7 anos



Os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª região de Porto Alegre devem confirmar a condenação do ex-presidente Lula no dia 24 de janeiro. Na prática, o Tribunal da Lava Jato já confirmou um dos pontos da sentença imposta pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, que determinou o bloqueio de R$ 16 milhões em bens e dinheiro do petista. Por meio de sua defesa, Lula entrou com vários recursos no TRF-4 para liberar os recursos, mas teve todos os pedidos negados pelo Tribunal.

Além do bloqueio dos R$ 16 milhões de Lula, da pena de 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, Moro também proibiu o petista de ocupar cargo público por sete anos. Embora um condenado em segunda instância caia automaticamente na Lei da Ficha Limpa e se torna inelegível por um período de oito anos, a proibição imposta por Moro sobre a possibilidade de Lula ocupar cargo público representa mais um inconveniente para o petista. Com a confirmação da pena pelo colegiado de Segunda Instância, Lula ficará impedido não apenas de concorrer nas eleições de 2018, 2020, 2022, 2024, como também não poderá ocupar cargo público, uma vez que cargos de confiança a brasileiros em condição de inelegibilidade afronta o princípio da confiança da moralidade previsto no artigo 37 da Constituição Federal.

Na prática, mesmo que não seja preso, Lula se torna um defunto político, por mais que o petista se recuse a ser enterrado. Qualquer inciativa de Lula no sentido de buscar abrigo em cargos públicos poderá ser facilmente contestada na Justiça por ações populares. Isto, se o petista não for preso ao fim das ações recursais.

"Se alguém pensa que com essa sentença me tiraram do jogo, pode saber que eu tô no jogo", tem afirmado o petista a seus aliados que acompanham seu próprio velório nos últimos meses.

Diante do desfecho trágico e da catinga que emana do féretro do petista, lideranças políticas e partidos já não se arriscam a acompanhar o féretro político. Apenas zumbis dos movimentos sindicais e militantes remunerados se dispuseram a figurar como carpideiras de Lula nos últimos meses.

"Quem acha que é o fim do Lula vai quebrar a cara. Quem tem o direito de decretar o meu fim é o povo brasileiro". disse o petista recentemente, fingindo ignorar que é o político com maior rejeição entre a população. Cerca de 70% dos concordam com sua prisão.

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