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Leandro Pulseen vota com relator, condena Lula a 12 anos e defende prisão do petista



O ex-presidente Lula está praticamente condenado no caso do triplex do Guarujá. São dois votos favoráveis não apenas a sua condenação, como também o aumento de sua penas para 12 anos de prisão. Em seu voto de que durou quase três horas, o desembargador Pedro Gebran Neto, do Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4), confirmou a condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. E ampliou a pena de 9 anos e meio de prisão para 12 anos e 1 mês de reclusão.

Para o relator do processo contra Lula, o ex-presidente foi um dos "principais articuladores, senão o principal", do esquema de corrupção na Petrobras.

O desembargador Leandro Paulsen seguiu o relator do caso na condenação do ex-presidente por corrupção passiva no caso do triplex., caso considerado de “imoralidade gravíssima”.

“Lula concorreu de modo consciente para os crimes. Não pelo fato de ser presidente, mas pelo uso que fez desse poder.”

“Não se está condenando por integrar organização criminosa, mas por crimes de corrupção concretos e específicos. E nesse sentido temos elementos e a colaboração foi importante também, porque vinculou os contratos da Rnest com a conta geral de propina.”

Para o revisor, Lula foi beneficiário dessa propina, tendo uma parte sido utilizada no triplex. “Luís Inácio foi tratando o triplex como seu e cuidando de adequá-lo às suas necessidade e de sua família.”

O desembargador Leandro Paulsen determinou a prisão do ex-presidente Lula, logo que sejam exauridos os embargos. Leandro Paulsen decide aderir ao voto de Gebran Neto também na dosimetria da pena, aumentando para 12 anos e um mês de prisão.

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