Juizinhos mesquinhos nos fazem passar vergonha, reclama teólogo Leonardo Boff sobre apreensão do passaporte de Lula



Enquanto a maior parte dos brasileiros achou prudente a iniciativa da Justiça de proibir que um criminoso condenado deixasse o país logo após a confirmação de sua condenação em segunda instância, os ativistas de esquerda continuam manifestando sua indignação com o fato. Lula havia afirmado à imprensa alemã que, caso fosse condenado, viajaria para a Etiópia, país que não possui tratado de extradição com o Brasil. Não precisa ser mais claro. Embora o petista tenha manifestado sua disposição de voltar ao Brasil, nada o impediria de mudar de ideia, uma vez em solo etíope.

Por mais que a decisão da Justiça parece razoável, os ativistas de esquerda, defensores ardentes da impunidade de seus cúmplices, insistem em atacar e denegris a imagem de autoridades e de instituições do país. O teólogo e escritor Leonardo Boff é um deles. Amigo de Lula de longa data, o ativista de esquerda radical chamou o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, de juizinho mesquinho. Segundo Boff, o magistrado é uma pessoa sem noção que fez os defensores de lula passarem vergonha ao determinar a apreensão do passaporte do petista.

"A Justiça e o governo como um todo estão perdendo o sentido dos limites. Estão provocando o povo: criando as condições para que um povo aviltado não aguente mais e comece uma convulsão incontrolável"; "Lula era convidado pela ONU para discutir a fome na Etiópia. Juizinhos mesquinhos, sem noção do mundo, tiraram-lhe o passaporte. Eles nos fazem passar vergonha. Hoje somos objeto de irrisão internacional, tão degradada é nossa justiça", criticou o teólogo, que assim como Lula, se acha um 'ser superior'.
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