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Indiciado pela Polícia Federal, Fernando Haddad afirma que não é o plano B do partido



Indiciado pela Polícia Federal há poucos dias, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), afirmou nesta sexta-feira que não é o plano B do partido. Por força das circunstâncias, o petista se viu forçado a abri mão de uma oportunidade única de se projetar como nova opção da esquerda, diante da possibilidade concreta do ex-presidente Lula ser preso nos próximos dias.

Haddad foi indiciado pela PF por falsidade ideológica, juntamente com o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto e mais cinco investigados.

Segundo o Código Eleitoral, o crime de falsidade ideológica se caracteriza por ‘omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais’. A pena é de reclusão até cinco anos se o documento é público ou reclusão de até três anos se o documento é particular.

Ao tentar justificar a retirada de seu nome da lista de possíveis herdeiros de Lula, Haddad afirmou que "O PT não trabalha com essa ideia [da minha candidatura], não trabalha com plano B. Isso já foi reafirmado por todos os dirigentes partidários. Ninguém se coloca como candidato, não só por respeito ao presidente Lula, mas porque é um desejo genuíno de todos nós que ele possa disputar as eleições", alegou o petista indiciado pela PF. Assim como Haddad, a maioria das lideranças nacionais do PT estão envolvidas em denúncias, inquéritos e processos na Justiça. 

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