Folha tá com pena do Cabral. Entrega para ele a administração do dinheiro do jornal



A Folha definitivamente não compartilha do sentimento de indignação popular contra os corruptos que drenaram bilhões dos cofres públicos. Como se não bastasse tratar o ex-presidente Lula, um criminoso condenado, como favorito para vencer as eleições de 2018, a publicação resolveu tomar as dores do ex-governador Sergio Cabral. O criminoso contumaz, responsável pelo descalabro na saúde, educação e segurança pública no estado do Rio de Janeiro, já formalmente condenado a 87 anos de prisão em quatro ações penais, foi alvo da 'piedade' dos diretores da Folha, que não se conformaram com o  tratamento dispensado ao chefe do crime organizado por parte Polícia Federal.

 Esta semana, o meliante foi conduzido ao IML ostentando algemas nos punhos e correntes nos pés. Segundo a publicação, a PF agiu de forma medieval ao afrontar a dignidade do preso.

"Qual é o sentido de colocar correntes nos tornozelos de Cabral? Só pode ser para humilhá-lo, para mostrar que em Curitiba (PR), na terra da Lava Jato, ele não terá as regalias que recebia no Rio de Janeiro, como o home theater que o ex-governador conseguiu contrabandear para dentro do presídio e as comidas que recebia de restaurantes estrelados" se queixa a Folha em editorial sobre o tratamento dispensado ao homem que não demonstrou qualquer sentimento quando assaltou os cofres públicos do  Rio de Janeiro, deixando o Estado, os servidores e a população em petição de miséria.

Segundo a Folha, "Correntes nos pés é humilhação porque remete ao passado escravocrata do Brasil, ao tempo em que capitães do mato desfilavam com negros arrastando correntes nas ruas do Rio, Salvador e Recife para que eles não ousassem mais fugir. Era uma lição muito clara: "Veja só o que acontece com quem desafia os senhores de escravos".

A publicação não se importa com o significado da prisão de corruptos desta natureza para a sociedade e afirma que "Nada disso justifica as correntes nos pés de Cabral, que vinha abusando das regalias na prisão no Rio, garantidas pelo crime organizado que comandou no Estado.

Trabalho na prisão pode reduzir a pena de condenados. Como os diretores da Folha estão com tanta pena de Sérgio Cabral, bem que poderiam entregar a gestão financeira do grupo aos cuidados do criminoso. 
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