Fato: Lula adoçou a boca de muita gente na imprensa




A arte de ludibriar e enganar dos políticos não valeria nada, não fossem os meios de comunicação que controlam. De outra forma, como o ex-presidente Lula e seus aliados conseguiriam transmitir a mensagem de que o petista é vítima de uma perseguição política por setores da Justiça?

Há quem imagine que este tipo de informação não convence ninguém, mas de tanto a imprensa nacional tratar um criminoso condenado como candidato à Presidência da República, boa parte da população acaba sendo convencida de que Lula, um chefe de organização criminosa que roubou bilhões dos cofres públicos, é um homem bom para os pobres.

Estas mesmas pessoas que se acham imunes à retribuição aos doces que Lula colocou na boca de donos de grupos de comunicação, jornalistas, artistas e ativistas podem até não cair nas armadilhas óbvias que visam resgatar a reputação do bandido. Mas por mais que permaneçam atentas, muitas destas pessoas acabam caindo em outras armadilhas não tão evidentes, montadas pelos mesmos grupos de comunicação órfãos da generosidade de Lula e do PT com o dinheiro do contribuinte.

 Após 13 anos nas mãos de bandidos, meios de comunicação, artistas, setores do judiciário, STF, MPF e jornalistas de aluguel continuam trabalhando em outras frentes, montando outras armadilhas especialmente preparadas para aqueles que não caem no canto da sereia sobre Lula ser vítima e bom para os pobres.

Em qualquer parte do mundo, a cobiça pelo poder central envolve estratagemas sórdidos e sutis. No caso do Brasil, a situação é bem mais complexa, tendo em vista que um grupo político que colocou doces na boca de toda a elite dominante foi repentinamente afastado do poder. Embora milhões de pessoas ainda não tenham se dado conta, uma batalha suja travada por pessoas inescrupulosas ocorre descaradamente em setores da imprensa, da oposição e do judiciário para reconduzir representes destes mesmos grupos ao poder. É preciso ficar atentos aos lobos em peles de cordeiro. Tudo parece bastante claro, mas na disputa pelo retorno ao poder tem sido pintada em quadros com milhares de tons enganadores.

As forças desestabilizar o atual governo têm um objetivo comum: assegurar privilégios, resgatar  chave dos cofres onde está o dinheiro do povo, voltar a integrar o centro de tomada de decisões e retomar a influência perdida com a queda do governo mais corrupto da história do país.

Como já se viu até aqui, vale tudo nesta batalha suja patrocinada por setores da imprensa, a turma bolivariana do judiciário e a esquerda corrupta que perdeu completamente o poder de roubar.

Muitos ainda não se deram conta de que o Brasil pode acabar parando nas mãos desta escória novamente, agora travestida com outras plumagens. O poder de influência destas gangues sobre o eleitor é muito grande e eles serão capazes de tudo para retomar o poder. Vão usar candidatos de várias correntes ideológicas para continuar mentindo, conspirando e sabotando o atual governo visando retomar o controle do processo sucessório em 2018.

Todos sabem o quanto o Brasil penou para alcançar uma situação relativamente segura em relação ao futuro da economia. Segundo artigo publicado no Estadão, "Depois de passar dois anos consumindo apenas o básico, as famílias de baixa renda estão aos poucos retomando as compras. O recuo no preço dos alimentos, que pesa mais no bolso dos mais pobres, está abrindo espaço para gastos que até pouco tempo essa parcela da população não pensava em fazer, como comprar um eletrodoméstico novo ou trocar o carro usado por um melhor".

"O fluxo de pessoas nos shoppings do País teve o maior crescimento desde 2015, puxado pelos shoppings populares. Trabalhadores que ganham até dois salários mínimos são maioria entre os que limparam o nome no serviço eletrônico da Serasa Experian. E nas lojas de eletrodomésticos, outro sinal concreto: a venda de TVs básicas, por exemplo, está crescendo mais do que a dos aparelhos mais sofisticados."

O nível de atividade nacional voltou a crescer no ano passado depois da mais longa e profunda recessão da história. A evolução que ocorre devido a efeitos positivos gerados por políticas macroeconômicas adotadas pelo governo em várias frentes.

Apesar dos esforços do governo em tirar o país da crise, a população tem sido manipulada pela imprensa, pela esquerda e por setores do judiciário insatisfeitos com a perda de prestígio, de influência e de acesso a informações privilegiadas que lhes renderam milhões ao longo dos governos corruptos do PT. A população está sendo induzida a se voltar contra o governo com um único propósito: permitir a ascensão de nomes escalados pelas elites que sempre comandaram o país. Neste momento, qualquer candidato que torça contra o governo está torcendo contra o país. O atual presidente não é candidato. É apenas o responsável pela transição do processo democrático do país até as eleições de 2018. Torcer contra Temer, contra a reforma da Previdência e outras reformas estruturantes, significa enganar o eleitor para ganhar votos e fazer com que todos torçam contra o Brasil. A única forma de minimizar estes riscos é ampliar o debate e se certificar sobre as reais intenções de cada candidato.

Fazem parte deste projeto de retomada do poder os tradicionais grupos de comunicação do país, a elite rentista que vivia dos juros altos e da inflação galopante, especuladores do mercado financeiro que bancam blogs na internet, os bancos, grupos organizados em corporações, donos de grandes fortunas, empresários que estão batendo com a cara nas portas do BNDES, as elites da Previdência e do funcionalismo público. Toda essa gente está muito insatisfeita com o atual governo.

O fato é que nunca na história do país houve uma batalha tão suja e ardilosa para a tomada do poder do Estado. Estas forças continuam atuantes e não irão desistir tão facilmente. Diante da falta de capacidade da população em compreender o que de fato está em jogo, é grande a chance do Brasil parar nas mãos aventureiros, oportunistas e de políticos que se tornaram milionários sem nunca terem feito absolutamente nada pelo país.

Estes grupos poderosos sabem como manipular a opinião pública e colocar doce na boca do eleitor. Eles tem sempre uma carta na manga e fazem de tudo para retomar o controle do Estado. Lula e o PT, por sua vez, também possuem muitos amigos que se dizem seus inimigos, mas que sempre votaram eles ao longo da última década e meia. Os métodos de tomada do poder do Estado são tão complexos e milenares, que nem mesmo as mentes mais preparadas são capazes de identificar metade dos ardis dessa gente.

Os métodos traiçoeiros da imprensa passam despercebidos por muita gente. Quando atacam muito um candidato, querem na verdade aumentar sua exposição perante a opinião pública. A técnica é simples. Basta fazer críticas genéricas, com pouca materialidade e facilmente refutáveis pelos 'beneficiários' das manchetes. O espaço generoso para o 'direito de resposta' é outra pegadinha que acaba enganando muita gente. A Veja, Globo e Folha são especialistas neste tipo de jornalismo invertido. Normalmente, a mensagem subliminar nunca aparece nas chamadas das matérias, mas em pequenos detalhes inseridos propositalmente para fazer o leitor se questionar e acabar indo na direção desejada pelos editores manipuladores. A área de comentários nestes meios costuma ser ostensivamente moderada. 
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