Fanatismo irracional dos eleitores que tentam impor nome de Bolsonaro inibe debate democrático sobre qualidades e defeitos do candidato



Um fenômeno crescente nas redes sociais tem incomodado milhões de usuários que tentam promover um debate sério em torno dos desafios do país de forma democrática. Alguns eleitores fanáticos do deputado Jair Bolsonaro estão tentando impor suas preferências aos demais de forma irracional e agressiva. Alguns são considerados mais inconvenientes que os ex-defensores ardoroso de Lula e do PT.

Intolerantes a críticas e incapazes de lidar com opiniões diversas, apelam para xingamentos, ofensas vazias e tentam denegrir a imagem daqueles que pensam, ponderam e questionam. O Brasil não precisa deste tipo de patriota, que pretende moldar uma nação só para eles, que se dizem puros. São críticos ferozes de qualquer manifestação LGBT, inflexíveis e intolerantes com questões relacionadas aos direitos humanos e agem como lunáticos tentando impor aos outros a adoração a um sujeito que identificam como mito salvador da pátria. Pátria de quem?

Embora o próprio Bolsonoaro tenha contribuído de forma direta para este tipo de comportamento, a falta de controle, de civilidade e a agressividade de alguns de seus seguidores tem contribuído para o aumento da rejeição em relação à sua candidatura.  Boa parte dos eleitores que tentam promover um debate em alto nível sobre os interesses do país acabam agredidos de forma gratuita nas redes sociais. Há de fato uma espécie de tática de intimidação adotada pelos entusiastas mais fanáticos do 'mito', mas este tipo de conduta acaba aumentando a antipatia contra Bolsonaro por parte de eleitores indecisos.

Encorajar este tipo de comportamento belicoso pode custar caro à candidatura do 'mito'. A exemplo do que ocorreu com Lula e o PT, discursos de ódio em nada podem contribuir para o debate democrático ou para o país. Por outro lado, a 'força opressora' dos fanáticos é incapaz de intimidar aqueles que estão determinados a promover o diálogo em torno dos grandes temas de interesse do Brasil. Para alguns, não parece racional que pessoas briguem umas com as outras para defender políticos. Trata-se de uma inversão de papéis. Pela lógica, o povo tem o dever se unir em torno dos interesses da sociedade e cobrar dos candidatos projetos, posturas e explicações. Mas ao que tudo indica, a lógica é algo que não parece fazer qualquer sentido para os fanáticos. Embora a classe política não tenha se mostrado digna de respeito, o mesmo não se pode aplicar nas relações entre os membros de uma sociedade. Respeito ao próximo é um pré-requisito básico para a cidadania.

PS: a área de comentários é livre para destilar ódio e intolerância.
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