Com ou sem cadáver, PT vai continuar sangrando em praça pública após condenação de Lula



Nestes dias que antecedem o julgamento do recurso do ex-presidente Lula no Tribunal Regional Federal da 4 região (TRF-4), no qual o petista tenta reverter uma condenação de 9 anos e 6 meses de prisão no caso do triplex, há quem acredite que o PT irá deixar de criar transtornos no país após a condenação do líder do partido.

Diante da alta probabilidade de condenação, dependendo do caso, até mesmo a prisão do petista, a cúpula do partido se reúne já no dia seguinte ao julgamento para avaliar as estratégias a serem adotadas pela esquerda estridente. O objetivo é fazer barulho até a eleição, como ou sem Lula, com plano B, C, etc.

No lugar de recuar e tentar se recompor após a condenação de seu líder máximo, a esquerda promete intensificar ainda mais as campanhas nas redes sociais, na imprensa amiga e nos palanques. Por mais que a população repudie cada vez mais os cúmplices de um criminoso condenado e chefe da organização criminosa que assaltou os cofres públicos ao longo de quase uma década e meia, o fato é que nem o PT nem a esquerda precisam de público de verdade.

Vão continuar usando a massa de manobra que compõe os movimentos sociais como o MTST, UNE, MST e sindicatos, como a CUT, os maiores fornecedores de público cativo para Lula e as esquerdas do país.

Por enquanto, a ordem é insistir na candidatura do ex-presidente Lula. Pelo menos até a divulgação do acórdão dos membros da 8ª Turma do TRF-4, que deve confirmar a condenação do petista, o que terá como consequência imediata a sua inclusão na Lei da Ficha Limpa, tornando-o inelegível por oito anos.

Lula deve recuar de sua cruzada contra a Justiça para evitar um pedido de prisão. O petista também deve anunciar a retirada de sua candidatura e reencarnar seu personagem "Lulinha Paz e Amor". Mas a decisão só deve ser anunciada após a reunião da executiva nacional do PT em São Paulo com suas principais lideranças. Além do próprio Lula, estarão presentes os cinco governadores petistas, deputados e senadores. Pelo menos até lá, o nome de Lula permanecerá uma incógnita. A edição e divulgação da tal "Carta ao Povo Brasileiro" tem sido adiada justamente em virtude de desdobramentos que ainda não ficaram claros sobre o destino de Lula.

De qualquer forma, o PT deve continuar sangrando em praça pública para assegurar ao menos que alguns poucos representantes da esquerda estridente consigam se eleger nas próximas eleições. 
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