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Chora PT. Com Lula na prisão, não vai ter reeleição nem ministérios para salvar tanta gente da cadeia



É perfeitamente compreensível o desespero dos representantes do PT com a possibilidade da prisão do ex-presidente Lula após o esgotamento dos recursos possíveis relativos à decisão dos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de Porto Alegres a ser divulgada no próximo dia 24 de janeiro. Afinal, a maioria dos petistas não tem para onde correr a esta altura do campeonato: ou apelam para todos os estratagemas possíveis para minimizar as consequências que devem recair sobre Lula, a prisão e a inlegibilidade, ou cruzam os braços e aguardam o destino trágico que os espreitam em 2019.

Ninguém é capaz de imaginar os senadores Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias correndo para o PMDB agora. De mesmo modo, não adiantaria correr para qualquer partido de esquerda. Estão aprisionados no PT e a única opção que lhes resta é partir para o tudo ou nada na defesa de Lula.

A liberdade e a candidatura de Lula oferece ao menos oferece duas possibilidades, ainda que remotas. Se por um lado, o petista pode ajudar a reeleger alguns dos políticos do partido que estão com o pé na cova da Lava Jato, pode acontecer ainda uma improvável vitória do petista. Neste caso, haveria a possibilidade de nomear os derrotados nas urnas para alguns ministérios, o que lhes garantiria a manutenção do foro privilegiado.

Como diz o ditado: mais vale um pombo na mão, do que dois voando em vão. Os dois pombos neste caso são representados pela inlegibilidade e possibilidade de prisão de Lula. Neste cenário, o mais provável, o petista não terá nenhuma utilidade para seus aliados. O PT tem praticamente toda a bancada do Senado investigada, além  de boa parte dos deputados federais, estaduais e governadores. São mais dignos de pena do que de indignação, tal é o desespero dessa gente, que já chegou inclusive a  torcer por alguma morte no julgamento de Lula.




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