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As instituições e o ladrão. Enquanto Lula faz baixarias, mente, ameaça e difama autoridades, o povo tenta manter fé na Justiça




Desde o início da Operação Jato, o ex-presidente Lula foi citado 186 vezes por delatores, enquanto o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, foi citado 7 vezes. O parlamentar perdeu seu mandato e foi preso uma semana depois por determinação do juiz Sérgio Moro. Já ao ex-presidente Lula foi concedida uma certa parcimônia, talvez pelo fato de se tratar de um ex-presidente ou por outros motivos menos óbvios. Lula exerce influência sobre setores de judiciário. Seu partido é responsável pela indicação de nada menos que sete ministros do STF e dezenas de desembargadores e juízes em todo o país.

Talvez, prender Lula antes da conclusão de seus processos poderia ser um erro que viria a favorecê-lo no julgamento de seu primeiro recurso que será julgado esta semana no 3º andar da sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.

Durante todos estes três anos de investigações da Operação Lava Jato, os membros da força-tarefa baseada em Curitiba já identificaram que Lula pode estar diretamente envolvido em pelo menos 450 eventos envolvendo atos de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Não é por acaso que o petista, mesmo sendo um um ex-presidente da República, se tornou réu em nada menos que sete ações penais e alvo de outras tantas denúncias e inquéritos em andamento. Apesar de todo este longo histórico de crimes, o ex-presidente Lula moveu uma das mais vergonhosas campanhas contra as autoridades do país, ameaçando, ofendendo e difamando seus investigadores e julgadores. 

O que justificaria a prisão de Lula de forma não prematura seria sua condenação em segunda instância, o que está prestes a ocorres a partir desta 8h30 desta quarta-feira, 24 de janeiro. Neste dia,  a população do Brasil e do mundo poderá acompanhar ao vivo o julgamento do homem apontado como chefe da organização criminosa que vitimou o país, a Petrobras, o BNDES, a Caixa, os Correios e praticamente todos os órgãos públicos que comandou ao longo de quase uma década e meia. Sob a égide dos governos petistas, a população viu o país perder oportunidades únicas na história. 

Enquanto o resto do mundo prosperava e a maioria dos países se beneficiavam com a elevação do valor das commodities no mercado internacional, Lula e o PT desviaram a  maior parte das riquezas que o país produziu para financiar um projeto de poder duradouro, baseado num gigantesco esquema de corrupção envolvendo donos de empreiteiras, laranjas, doleiros, marqueteiros e toda sorte de empresários corruptos e oportunistas que acumularam fortunas bilionárias. Ao final deste trágico período da história recente do país, o Brasil mergulho na maior recessão de que se tem notícias. O saldo foi devastador para os mais pobres. Inflação e juros na casa de 14%, mais de 300 mil empresas fechadas, desvalorização patrimonial e mais de 14 milhões de chefes de família sem emprego. 

A corrupção assassina de Lula, que garantiu aumento na renda e nas regalias das elites do funcionalismo público, dos judiciário, do Ministério Publico Federal, custou a vida, os sonhos e o futuro de milhões de brasileiros.

Apesar de tanto sofrimento, de tanto retrocesso e de tanta indignação, a sociedade ainda acredita nestas mesmas instituições que foram coniventes com os desmandos perpetrados pela pior geração de políticos que já caminhou em solo brasileiro. O povo, apesar de sofrido, judiado e desesperançado, ainda deposita suas últimas reservas de fé na Justiça. 

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