Além de não levar ninguém para rua em defesa de Lula, Lindbergh e Gleisi podem responder por apologia ao crime no Conselho de Ética no Senado



Os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), foram alguns dos parlamentares da bancada PT no Senado que mais pregaram a necessidade de atos de vandalismo e desobediência civil na defesa do ex-presidente Lula nos últimos dias.

O grande líder do PT teve sua condenação confirmada na última semana pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no julgamento do TRF-4 e deve ser preso nos próximos sessenta dias, após exauridos os recursos a que o petista tem direito. No caso, um embargo declaratório que não altera em nada a sentença criminal ou a pena de 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado.

Apesar dos esforços dos senadores petistas em tentar comandar protestos convocando manifestantes contrários à condenação de Lula, não houve comoção popular alguma e praticamente ninguém se disponibilizou a ir para as ruas praticar atos de desobediência civil. Além de Lindbergh e Gleisi, o senador Humberto Costa também fez apelos dramáticos para que os simpatizantes do PT dessem início a uma onda de protestos violentos pelo país, mas ninguém se disponibilizou a atender seus apelos.

Mas ao que tudo indica, a tentativa dos petistas em 'incendiar' o país deve gerar ao menos algum resultado. Outros partidos já avaliam representar contra os senadores Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann junto ao conselho de Ética no Senado por apologia ao crime.

"Eles pregam “desobediência civil” e até “luta armada”, para impedir o cumprimento da sentença do ex-presidente Lula, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A dupla ainda insultou o Judiciário, uma instituição do Estado". A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
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