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A morte da esquerda. A ascensão e queda dos cúmplices da roubalheira de Lula e do PT



A esquerda brasileira sempre foi vista como uma versão improvisada de regimes fracassados no resto do mundo. Vazias de méritos, pessoas incompetentes costumam recorrer  a métodos. Esta foi a opção dos representantes da esquerda para chegarem ao poder. Apostaram nas fórmulas contidas nas velhas cartilhas do comunismo, nos cursinhos relâmpagos feitos na China, Rússia e Cuba e em algumas características de uma parcela da sociedade brasileira, como a preguiça, a baixa escolaridade e a cultura da corrupção. Não é por acaso que boa parte da população convive com relativa harmonia com pequenos delitos no cotidiano, como cadastros falsos em programas sociais, fraudes no seguro social e até pequenos furtos nos locais de trabalho.

A figura do ex-presidente Lula simboliza este lado de uma boa parcela da sociedade brasileira. Embora o conflito cultural vivido por milhões de pessoas não tenha sido um empecilho para uma mudança de lado, existem ainda aqueles que insistem em justificar os equívocos históricos de tentar subverter o errado em certo.

A prisão de Lula significa um divisor de águas bastante claro neste cenário de transformação da sociedade. Embora muitos ainda demonstrem certa resistência em abrir mão de certos conceitos sobre o que é certo e errado, a maioria da sociedade demonstra o desejo de mudar e compreende que este é o caminho para a evolução da Civilização Brasileira.

Neste aspecto, os simpatizantes da esquerda começam a enfrentar um processo de ostracismo civilizatório e vão sendo aos poucos deixados para trás. Os velhos conceitos de que os fins justificam os meios se tornam cada vez menos 'nobres', enquanto cresce o consenso de que as vias legais e transparentes devem prevalecer em todas as relações.

O fato de setores do Judiciário terem tentado pegar carona na Operação Lava Jato, assim como outros oportunistas de plantão que tentaram atrelar suas imagens a todo este processo civilizatório, não foi suficiente para ofuscar e percepção da sociedade sobre o real espírito da Operação. Obviamente,  haverá um processo depuratório no qual muitas máscaras ainda irão cair. Mas o substrato da experiência vivida pelo país ao longo dos últimos cinco anos é efetivo e já produziu mudanças significativas nos paradigmas impostos pela classe política ao longo das últimas décadas.

Os representantes da esquerda ainda não se deram conta de que este é processo civilizatório irreversível e tentam se apoiar uns nos outros, entre os poucos que restaram. São incapazes de admitir que são vistos como criaturas esquisitas que falam coisas que não fazem mais sentido. Estão assustados, perdidos e sem saber para onde ir. Estão descobrindo da pior maneira possível como se dá a declínio inexorável daqueles que substituem os méritos pelos métodos. Tem sido assim ao longo da história das civilizações. Por caminhos quase sempre tortuosos, a virtude sempre prevalece na maioria das histórias de ascensão e queda.  

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