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Venda de crack na Rocinha pode afastar "clientela de alto poder aquisitivo" que consome drogas mais caras, alerta O GLOBO



O jornal O GLOBO publicou um artigo neste domingo no qual realça a tradição da favela da Rocinha de ser uma das poucas favelas do rio a proibir a entrada do crack. Segundo a reportagem, a mudança observada nos últimos dias representa uma ameaça que pode “quebrar a firma” e afastar os tradicionais consumidores de outras drogas, que seria, de acordo com a reportagem "uma clientela de alto poder aquisitivo"


"Para os moradores, o crack é um perigo porque leva para as bocas de fumo e para o entorno delas dependentes químicos devastados. Para os bandidos, ele pode “quebrar a firma” de um dos mais movimentados ponto de varejo de drogas na Zona Sul, frequentado por uma clientela de alto poder aquisitivo. Uma cracolândia pode espantar a freguesia, não só externa, como a de usuários domésticos", diz a reportagem.

A Globo foi um dos meios de comunicação de mais criticou a ocupação militar na Rocinha há alguns meses. De acordo com as reportagens do grupo de comunicação, havia o risco de violação dos direitos humanos dos moradores locais com possíveis 'abusos' dos militares. Já a violação do direitos dos moradores por parte do traficantes não incomoda ninguém. Segundo "a clientela de alto poder aquisitivo", este tipo de ocupação atrapalha inibe o comércio de drogas.

Com informações de O GLOBO 
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