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Responsável por uma das maiores lambanças na economia do país, Ciro Gomes ataca Jair Bolsonaro e atribui picaretagem intelectual ao deputado



Condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Lula está prestes a se tornar inelegível após confirmação de sua condenação em segunda instância já no início de 2018. Como já pode ser observado, o petista deixará um grande vácuo na esquerda brasileira. Com um teto máximo de votos na casa dos 12%, Lula já é virtualmente incapaz de se ressuscitar com uma taxa de rejeição popular beirando a casa do 60%. Entretanto, a morte de Lula pode significar uma boa oportunidade para outros oportunistas de plantão que queiram se aproveitar da estupidez dos militantes órfãos.

Ciro Gomes é um destes oportunistas baratos. Mesquinho, vulgar e de caráter duvidoso, Ciro não mede esforços para aparecer nas manchetes dos jornais. O idiota é responsável por uma das maiores lambanças da história da economia nos anos 90, quando ainda era filiado ao PSDB e adorador de Fernando Henrique Cardoso. O político foi nomeado por Itamar Franco para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Rubens Ricupero, que havia se queimado no escândalo da parabólica.

Ricupero caiu por uma frase infeliz foi transmitida por meio do canal privativo de satélite da Embratel e Ciro assumiu o Ministério da Fazenda em caráter emergencial apenas para tapar o buraco do governo em final de festa. Metido a "entendedor" de economia, o burro tentou imitar o ímpeto modernizador de Collor e assinou uma portaria reduzindo alíquotas do  Imposto de Importação de mais mil produtos, antecipando  reduções tarifárias que só deveria entrar em vigor nos anos seguintes, de forma gradativa. As empresas brasileiras, que contavam com o cronograma de redução gradual das tarifas, foram pegas de surpresa. Os prejuízos foram enormes, milhares de empresas faliram e demitiram milhares de trabalhadores.

O país foi inundado cacarecos provenientes de diversos países. Batatas fritas importadas e automóveis fizeram a festa da classe média, que teve acesso a esses produtos por conta do real sobrevalorizado. Na época, um Fiat Tipo 2.0 completo, importado da Itália, se tornou mais barato que um Fiat Uno de mil cilindradas pé duro. Com a demanda aquecida por carros "tão baratos", as agências começaram a cobrar ágio para vender os automóveis em estoque. O inconsequente Ciro então chamou de "otários" os consumidores que pagavam o ágio, mesmo ciente que sua medida havia provocado uma perda de receitas enorme, a queda da competitividade da indústria local e o previsível desabastecimento das lojas especializadas em importados.

O burro não durou nem quatro meses no cargo e levou um pé na bunda em 1º de janeiro de 1995, sendo substituído por Pedro Malan, que ficou no cargo por oito anos. Ciro ainda tentou puxar o saco de Fernando Henrique Cardoso. Quando este venceu a eleição de 1994, Ciro afirmou que FHC era "o político vivo que tem maiores atributos". Dançou do mesmo jeito. É exatamente por este motivo que Ciro odeia FHC e passou a chamá-lo de Filho da P*.

Mas além de burro, Ciro é um cara mau caráter e perigosamente irresponsável. O oportunista tem tentado angariar a simpatia de outros burros, órfãos do petismo de Lula e Dilma com ataques irresponsáveis e caluniosos contra o presidente Michel Temer, que está fazendo um esforço enorme para recolocar a economia do país nos trilhos e retomar os investimentos e a geração de empregos.

Durante uma palestra para estudantes da PUC-SP, um tradicional reduto petista, o oportunista que chamou Dilma de burra e Lula de Ladrão voltou a fazer suas previsões estapafúrdias. Na ocasião, Ciro afirmou que Eduardo Cunha assumiria a Presidência da República e xingou o presidente Temer de Filho da P*, para delírio dos petistas presentes. Este Ciro Gomes aplaudido pelos petistas é o mesmo Ciro que dias depois, visivelmente embriagado, foi brigar com jovens na porta de sua casa e berrou afirmou que 'Lula não é inocente de nada! O Lula é um merda'.

Ciro é covarde e costuma espetar mesmo aqueles que se diz amigo, como Marina Sila e Jair Bolsonaro. Esta semana, o sujeito que se gaba de ter sido ministro da Fazenda por 100 dias, voltou a atacar outra liderança política que aparece com destaque no cenário da disputa das eleições presidenciais de 2018. Numa sequência de ataques covardes, Ciro tentou desqualificar Bolsonaro, a quem atribuiu uma cera "picaretagem intelectual" pelo fato do deputado se apresentar como um candidato honesto, uma das qualidades mais importantes em um candidato na avaliação dos eleitores. Acompanhe mais este triste depoimento daquele que tenta se cacifar para a presidência da República às custas de críticas covardes contra seus adversários e ex-aliados:


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