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Políticos, Partidos, Artistas, Judiciário, Rede Globo e outros meios de comunicação entram em 2018 com credibilidade zero



O Brasil entra mais diferente do que nunca no ano de 2018. 2017 foi o ano mais descaralhado da história do país, quando setores do judiciário, meios de comunicação, artistas, políticos e gente de toda sorte finalmente revelou sua verdadeira face.

O país caminhava para reconstruir a estabilidade econômica, definir o futuro político por vias democráticas e tudo se desenhava para um ano promissor. Pelo menos até o mês de maio, quando grupos insatisfeitos com os rumos ditados pelo governo Temer se uniram para tomar o poder de assalto e promoveram a mais vergonhosa conspiração da história da República.

Por trás de um movimento diabólico, grupos poderosos insatisfeitos com o corte de verbas, de privilégios e com o fato de terem perdido as rédeas do processo sucessório, com a queda da maior organização criminosa de que se tem notícia do poder. Artistas insatisfeitos com a perda do acesso ao dinheiro do contribuinte através da Lei Rouanet, donos de grandes fortunas, banqueiros e especuladores do mercado financeiro insatisfeitos com a queda da inflação, dos juros e do dólar. 

Sindicalistas, membros do judiciário e do Ministério Público e servidores federais em geral e a elite da Previdência ameaçados com cortes de regalias, de altos salários e de aposentadorias inexistentes em qualquer país do mundo. 

Políticos da oposição banida do poder, líderes de movimentos sociais, Jornalistas de aluguel, donos de meios de comunicação, empresários dependentes do dinheiro do BNDES e praticamente todo o lixo antes sorridente do Brasil se uniu aos açougueiros criminosos da JBS e passaram a defender a interrupção do governo que começava a implantar as mudanças mais significativas que o país já viu em 30 anos. 

Todos se abraçaram a Rodrgigo Janot, Edson Fachin, Joesley Batista e companhia para exigir a renúncia de Temer. Foi sem dúvida, um dos mais vergonhosos movimentos da história recente do Brasil. A Rede Globo colocou seu exército de artistas e de jornalistas em campo para convocar a população às ruas, mas apenas os tradicionais exércitos de aluguel do PT atenderam ao apelo. Cinco mil ônibus foram locados para levar para Brasília grupos de guerrilheiros treinados que incendiaram a esplanada dos Ministérios e tentaram invadir o Palácio do Planalto. 

A maioria dos Brasileiros ainda não se deu conta do que poderia ter acontecido naquele 24 de maio de 2017, caso o presidente da República não tivesse convocado as Forças Armadas para conter os baderneiros furiosos que se aproximavam do Prédio do Executivo. 

Enquanto o circo pegava fogo, a Globo chamava os terroristas de manifestantes, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Marina Silva, Bolsonaro, Ciro Gomes e outros políticos oportunistas faziam coro com os empregados da Globo. No auge do frevo, todos, mais os jornalistas da Folha, da Veja, do Estadão e de blogs que se diziam conservadores, se uniram para pedir em coro a renúncia do presidente. Rodrigo Janot comemorava, os ministros do STF se escondiam e Joesley Batista e todos os especuladores do Brasil faziam a festa no mercado financeiro, enquanto empresas com ações na Bolsa viam seu valor de mercado despencar em mais de R$ 200 bilhões.

Naqueles dias, o Brasil deu adeus à Reforma da Previdência, à criação de empregos e a recuperação da economia, que ia de vento em polpa dias antes do vazamento criminoso patrocinado pela Rede Globo de uma transcrição falsa da conversa gravada por Joesley Batista com Temer no encontro que pagou R$ 500 mil de prêmio ao ex-assessor do presidente, Rodrigo Rocha Loures, filmado correndo com sua mala de dinheiro nas ruas de São Paulo. 

Manipulado ao extremo, o povo desconfiou de todos os atores deste triste espetáculo e não participou em nenhum momento de um dos mais vergonhosos episódios da história da República. Absolutamente todos os 2007 milhões de brasileiros saíram perdendo. Temer, que já vinha sofrendo com os ataques covardes dos artistas e jornalistas de esquerda, viu sua baixa popularidade ir ao chão. Os jornalistas, que antes ainda gozavam de alguma reputação junto à opinião pública, passaram a ser  vistos como um bando de escrotos a serviço dos antigos donos do país. Os meios de comunicação de modo geral, e principalmente a Rede Globo, viram sua credibilidade ir parar literalmente na lata do lixo, quando a hastag #GloboLixo ocupou o Top Trends mundial por dias a fio, mesmo com a manipulação das redes sociais simpáticas aos esquerdistas. Os integrantes do judiciário, os procuradores da República e até mesmo a Lava Jato deixaram de ser vistos como símbolos de esperança para o país e foram jogados na vala comum dos hipócritas manipuladores e defensores de privilégios. Milhões de trabalhadores, empreendedores e investidores que começavam a recuperar a esperança na economia sentiram o baque e viram seus sonhos e planos demolidos pela fúria gananciosa daqueles que sempre se serviram do dinheiro do contribuinte e não se conformaram com o corte de verbas, regalias e privilégios.

2017 foi o ano que caiu a máscara dos verdadeiros cânceres do Brasil. Não salvou ninguém. A sorte é que o povo, por mais idiota que pareça, não engoliu a pílula dos conspiradores e ajudou, aos trancos e barrancos, a evitar que o país afundasse no caos que os conspiradores tanto desejaram. Joesley Batista e seus cúmplices foram presos, Rodrigo Janot e seus pupilos do MPF foram desmascarados e os canalhas que participaram da conspiração agora fazem cara de paisagem. O país sobreviveu e viveu neste mês de dezembro o melhor natal em cinco anos para o comércio. O governo prosseguiu com as reformas, acabou com o imposto sindical e agora caminha para aprovar a reforma da Previdência, que irá promover o fim da desigualdade entre os trabalhadores da iniciativa privada e a elite de servidores que representa 4% dos mais ricos do país. Os juros e a inflação continuam baixando, as pessoas de baixa renda, os 45 milhões de assalariados do país, conseguiram voltar ao mercado de consumo e tudo caminha para um ano promissor em 2018.

Mas uma coisa é certa: 2017 foi o ano que os inimigos do Brasil deixaram cair suas máscaras. 

O site Imprensa Viva não tem compromisso político ideológico ou partidário. Após quase uma década e meia nas mãos da maior organização criminosa que este país já viu, a esperança de que o Brasil possa se reconstruir a partir da renovação na política é o que prevalece. Defender o Brasil e os interesses do povo é a tônica que move a linha editorial do site. Ainda que isto não agrade simpatizantes do político A ou B, não há como defender políticos que adotam a postura do quanto pior melhor. São oportunistas que torcem contra o país apenas para angariar a simpatia dos insatisfeitos. O Brasil precisa ser reconstruído e todos têm responsabilidades neste processo. Não adianta ficar em cima do muro torcendo pelo pior para se dar bem na eleição. Segue a dica: no lugar de pagar pau para candidatos nas redes sociais e ficar brigando com simpatizantes de adversários, endureça o diálogo com seu candidato. Cobre dele compromisso para com o país. Não trate esta raça como herói e não acredite em salvadores da pátria. Político bom, nasceu morto. O povo tem o dever de ficar do lado do povo e cobrar da classe política projetos para o país. Não bata palmas para candidatos. Seja um fiscal dos interesses do país e do povo. 
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