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Petista funcionário da Petrobras roubou R$ 6 milhões por ordem de Sérgio Gabrielli e conhecimento de Lula, diz funcionária da estatal



O petista Geovane de Morais, ex-gerente da Petrobrás, investigado na Operação Lava Jato, teve participação na movimentação de contratos milionários na estatal que serviam apenas para repassar dinheiro a empresas sem que houvesse sequer a prestação dos serviços contratados. Segundo o Estadão, Carmem Silvia de Noronha Swire, ex-chefe de Geovane de Morais gerente de comunicação da Petrobrás ligado ao PT da Bahia, confirmou em depoimento à Polícia Federal "que sustou pagamentos de diversos serviços fechados por ele porque não conseguiu identificar a realização efetiva dos contratos. Geovane de Morais, ex-gerente de Comunicação da Diretoria de Abastecimento da estatal, é figura central da apuração da Operação Lava Jato que investiga suposto pagamento de pelo menos R$ 6 milhões para a Muranno Brasil Marketing, com dinheiro de propina. Parte desse valor foi repassado via doleiro Alberto Youssef".

Os pagamentos, segundo apura a Lava Jato, teriam sido feitos por ordem direta do ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli, seu ex-chefe de gabinete Armando Tripodi, com suposto conhecimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

“Inquirida se tem conhecimento que Geovane de Morais recebia pressão interna para aprovar e pagar vários serviços na Gerência de Comunicação, mormente no ano de 2008, respondeu que desconfiava que sim, por este motivo sustou o pagamento de diversos serviços que não conseguiu identificar sua realização efetiva, ou que tivessem valores elevados sem devida justificação”, registra termo de depoimento de Carmem Silvia de Noronha Swire.

A ex-gerente aposentada afirmou que ficou sabendo, depois de sair da estatal, que Geovane de Morais “teria se aproveitado de uma falha no SAP (Sistema de Liberação de Pagamento) que permitiria qualquer gerente com devida senha liberar qualquer valor, dessa forma, podendo inclusive ultrapassar limite de competência que ele estaria adstrito, sem comprovação que os serviços foram realizados e sem que os limites estabelecidos para o cargo fossem obedecidos”.

Leia a matéria completa aqui no Estadão

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