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Para ajudar os pobres, Bolsonaro falou em baixar os juros para 11%. Temer baixou para 7%




Na medida em que avança nas pesquisas eleitorais sobre a disputa das eleições presidenciais de 2018, o deputado Jair Bolsonaro tem sido cada vez mais questionado sobre seus conhecimentos sobre a economia do país.

O pré-candidato admite humildemente que não é economista e que pretende convocar especialistas para cuidar da área em seu governo. Bolsonaro é bem intencionado, embora tenha se manifestado contra avanços importantes para o país, como a reforma da previdência.

Ocorre que o governo Temer tem sido tão eficiente em promover as reformas estruturais para o país em pouco mais de um ano na Presidência da República, que muitos candidatos começam a enfrentar dificuldades em formular novas propostas em seus planos de governo. Temer está liquidando praticamente todas as pendências dos últimos trinta anos com sua agenda reformista e deverá entregar um país saneado ao seu sucessor em 2019.

O peemedebista avançou como nunca na reforma do Estado em várias frentes, como a modernização da legislação trabalhista, na reforma do ensino médio, no limite do teto dos gastos da União, na desburocratização, no fim do imposto sindical obrigatório, e no enxugamento no orçamento e nos quadros de servidores das estatais. Com a aprovação da reforma da previdência, vai sobrar bem pouco para promessas de palanque. As medidas implementadas pelo atual governo estão esvaziando os discursos dos pré-candidatos à Presidência.

Há pouco tempo, Jair Bolsonaro defendia a redução da taxa Selic de 14% para 11%. O deputado chamava a atenção para a importância da redução dos juros para os trabalhadores de menor renda, os mais sacrificados na ciranda financeira que sustenta os donos das grandes fortunas do país. De lá para cá, Temer reduziu não apenas a taxa Selic de 14% para 7%, como também reduziu a inflação de 13% para menos de 3% ao ano. Juntas, as duas conquistas significaram mais R$ 57 bilhões nos bolsos das famílias de baixa renda. Graças a estes indicadores, a população de menor poder aquisitivo pode voltar ao mercado consumidor e foram os responsáveis pelo aquecimento da retomada da geração de empregos, da atividade comercial e industrial do país numa série histórica que se mantém há mais de sete meses. Mais de 2 milhões de trabalhadores conseguiram se reinserir na atividade econômica até o mês de novembro.

Acompanhe abaixo o vídeo em que Bolsonaro sugere uma taxa Selic de 11%:

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