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Os 12% do Lula não lhe servem de nada, mas explica desespero do petista diante de um fim de vida trágico



As perspectivas do ex-presidente Lula em relação ao seu futuro não são nada animadoras. Para um homem que chegou a ocupar o mais alto cargo da nação, que viveu momentos gloriosos como chefe de Estado, desfrutou do poder absoluto e foi bajulado por praticamente todos ao seu redor, o ex-presidente vive hoje momentos de aflição e angústia com o que deve enfrentar nos próximos meses.

Lula perdeu tudo que conquistou ao longo de toda sua vida. Perdeu o prestígio político e hoje em dia poucos se arriscam a defendê-lo publicamente. Perdeu o respeito dos brasileiros e já não pode mais circular pelo país sem ser hostilizado e xingado de ladrão por pessoas de todas as classes sociais. Lula perdeu o patrimônio que acumulou de forma ilícita e não tem mais o sítio em Atibaia, a cobertura em São Bernardo, as jóias que roubou do acervo da Presidência e os milhões depositados em suas contas. Lula perdeu o sossego quanto ao seu futuro e vive espreitado pelos crimes que cometeu e que acabaram sendo revelados por investigações e testemunhos de comparsas como Antonio Palocci, Marcelo Odebrecht, Joesley Batista, Léo Pinheiro e outros ex-aliados que se beneficiaram dos esquemas de corrupção consentidos pelo petista. Com Lula, o PT perdeu 84% das prefeituras que comandava no país e 86% da influência sobre os moradores das cidades em que seus candidatos foram derrotados. Lula ficou praticamente sem palanque no Brasil.

Nas pesquisas recentes, o petista aparece com  pouco mais de 30% de intenções de votos num universo de pouco mais de 30% dos pesquisados que já definiram suas preferências para as eleições de 2018. Isto significa que Lula tem apenas 12% de intenções de votos, considerando os 65% de eleitores que ainda não definiram seus votos. Na prática, 88% dos eleitores não pretendem votar no petista, apesar de ser o pré-candidato mais conhecido em todo o país e de ter sido candidato à Presidência desde os anos 80.

Para piorar, o PT não conseguirá formar as amplas alianças com partidos fortes, como em outras eleições. Sem poder contar com a estrutura do PMDB, PDT, PP e PTB, Lula fica sem base nos estados, sem minutos preciosos na propaganda eleitoral, sem cabos eleitorais de peso em todo o país e sem presenças importantes nos palanques de campanha. Isto significa que Lula foi esvaziado e já não reúne mais condições de vencer a eleição em 2018, caso consiga ser candidato. Os 12% de intenções de votos de Lula não lhe servem de nada. Boa parte deste votos está vinculada a simpatia de parcela dos eleitores pela esquerda. Isto significa que o surgimento de uma outra candidatura identificada com estes setores do eleitorado, como Haddad ou Guilherme Boulos, pode minar ainda mais os votos do ex-presidente.

Por outro lado, Lula é alvo de nada menos que nove processos, já foi condenado na primeira instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e caminha para ser condenado na segunda instância logo nos primeiros meses do ano que vem. Neste caso, o petista cairá na Lei da Ficha Limpa e se tornará inelegível por oito anos. Ainda que tente judicializar sua candidatura com recursos apelatórios, a situação de Lula tende a se agravar ainda mais, na medida em que outras condenações começarem a pipocar em outros processos.  Neste cenário, não é a primeira condenação que preocupa o petista, mas as subsequentes que irão retirar-lhe o status de réu primário.

O fim da vida política de Lula já está praticamente definido. Na esteira de sua derrota nas eleições, ou nos tribunais apelatórios, virão as condenações por seus crimes e um inevitável pedido de prisão.


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