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O covarde mais rápido do Oeste deve perder o duelo com a Justiça e se tornar inelegível.




Ele é rápido no gatilho para roubar e mais rápido ainda nos recursos para retardar a Justiça. Ele é Lula, o intrépido criminoso condenado que trava agora o duelo de sua vida. Em janeiro, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) da Segunda Instância, em Porto Alegre, dará início ao julgamento do recurso do petista que contesta sua condenação em primeira instância. Lula foi sentenciado pelo juiz Sérgio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no no processo referente ao “caso do triplex” no Guarujá.

Meses antes do início seu julgamento, o petista, por meio de sua defesa, protocolou vários recursos, no mesmo TRF-4, com pedidos de suspeição contra Sérgio Moro, com pedidos de anulação de seus processos e até mesmo pedidos de declaração imediata de sua inocência.

Em um dos recursos, com nada menos que 490 páginas, os 12 advogados de defesa do petista pediram a nulidade ou a reversão da condenação de Lula. Pediram ainda que o petista pudesse voltar o processo ao início, incluindo o direito de poder depor novamente, no mesmo caso, na primeira instância, com o juiz Sérgio Moro. Na prática, Lula queria anular a decisão já proferida e pedia que tudo voltasse à estaca zero. Obviamente, o objetivo do petista era ganhar tempo para poder concorrer na eleição de 2018. Como era de se esperar, o TRF-4 negou este e outros tantos recursos de Lula. Inclusive alguns que tinham como objetivo desbloquear os R$ 16 milhões em bens e valores a título de ressarcimento de prejuízos causados na Petrobras.

O larápio mais rápido do Oeste não economizou em recursos e esperava que seu processo, que chegou ao TRF-4 em agoto, só fosse julgado um ano depois. O problema é que com esta rotina de recursos intermináveis, os desembargadores do colegiado acabaram se familiarizando mais rapidamente com os detalhes da ação penal. Com isso, o recurso de Lula acabou caindo na média da Corte, que já julgou mais de 1.300 recursos em tempo inferior ao que levará para julgar o de Lula, segundo informou o presidente do Tribunal, Carlos Eduardo Thompson Flores.

Com isso, Lula tem o duelo decisivo de sua vida marcado para o dia 24 de janeiro. A partir do julgamento de seu recuso final, o petista deverá enfrentar pela primeira vez as consequências de uma vida de crimes e de impunidade. 
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