linkaki

Michel Temer lembra que caso Petrobras era tido como palavrão e que hoje, a estatal é bem vista no Brasil e no exterior com valorização das ações



Enquanto o juiz federal Sergio Moro elogiava as medidas do governo Temer no combate à corrupção na Petrobras durante sua participação nesta sexta-feira (8) de evento na sede da estatal, no Rio de Janeiro, o próprio presidente Michel Temer lembrava o passado negativo da empresa petrolífera durante a gestão dos governos do PT.

Durante seu discurso na abertura do 22º Encontro Anual da Indústria Química, em São Paulo, Temer lembrou que há cerca de dois anos, o caso Petrobras era tido como um palavrão e ressaltou os avanços na gestão da companhia que permitiram a recuperação extraordinária em seu valor de mercado.

Em sua participação do encontro na sede da Petrobras no Rio de Janeiro mais cedo, Moro elogiou a lei aprovada no ano passado pelo presidente Michel Temer que veta nomeações políticas para cargos na Petrobras. A lei que entrou em vigor há quase um ano estabelece critérios técnicos e exigências para o preenchimento de cargos na estatal, como experiência administrativa e vivência na função.

Hoje a Petrobras não sofre mais ingerência política e não há mais possibilidade de partidos ou políticos indicarem diretores ou executivos para cargos na estatal, como ocorria nos tempos dos ex-presidentes FHC, Lula e Dilma. Segundo Moro, as nomeações políticas da era PT causaram prejuízos de mais de R$ 6 bilhões à estatal. O magistrado reconheceu que a Lei criada por Temer foi o maior avanço no combate à corrupção na história da estatal.

Na quinta-feira, o ex-presidente Lula, apontado como comandante do esquema criminoso que vitimou a Petrobras, tentou realizar um comício no interior do Comperj, mas foi impedido de entrar nas instalações do complexo. A direção da Petrobras chamou a Polícia Militar para impedir a entrada do ex-presidente no local.




Informe seu Email para receber notícias :