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Lula terá que prestar novo depoimento na Justiça em Brasília em fevereiro. Não sabe se vai em seu jatinho ou no da PF, na condição de preso



O ex-presidente Lula tem um novo encontro com a Justiça, logo após o julgamento de seu recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o TRF-4, que irá definir no dia 24 de janeiro a condenação do petista pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro relativos ao caso do triplex do Guarujá. Caso o colegiado confirma a sentença do juiz Sérgio Moro, que condenou Lula a prisão de 9 anos e 6 meses de prisão, não há nada que garanta que o petista não será alvo de um nadado de prisão.

O encontro seguinte de Lula será com o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, que  marcou um interrogatório do petista para o dia 20 de fevereiro de 2018, às 10h. Lula será ouvido no processo aberto contra ele e outras três pessoas a partir da Operação Zelotes. O problema é que nem o próprio Lula pode reservar um jatinho para comparecer ao interrogatório. O petista não sabe se estará preso na ocasião. Neste caso, terá que ir de Curitiba à Brasília em um avião da Polícia Federal.

Nesta ação da Zelotes, Lula já figura como réu e é acusado dos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa em unta transação de 5,4 bilhões de dólares, em 2014, envolvendo a compra de aviões da Suécia e a prorrogação de incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos por meio da Medida Provisória 627.

Além de Lula, serão interrogados o filho do petista, Luís Cláudio Lula da Silva, e o casal de lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni, os três também réus. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), a atuação do petista teria rendido a Luís Cláudio 2,5 milhões de reais, pagos pelo escritório Marcondes & Mautoni.
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