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Lula matou o PT antes mesmo de ser preso. Partido já perdeu mais de 80% de participação nacional. Dirigentes choram



A extraordinária capacidade do PT em sobreviver a escândalos atrás de escândalos é uma falácia. Embora o partido ainda exista exclusivamente por que outros partidos do Brasil também não são lá grandes exemplos de correção, a legenda já foi surrada nas últimas eleições municipais, quando Lula não conseguiu eleger nem seu próprio filho vereador.

Se havia ainda alguma dúvida de que criador e criatura foram mortalmente feridos pela sucessão de denúncias criminais envolvendo esquemas múltiplos de corrupção e lavagem de dinheiro que os beneficiou mutuamente, basta analisar o extrato do último pleito nacional.

O PT perdeu as eleições em todas as capitais do país, exceto Rio Branco, no Acre. Mais por obra dos irmãos Viana do que propriamente pelo apelo de Lula. O partido perdeu todas as prefeituras do cinturão vermelho do ABC paulista, berço político de Lula e de seu partido. Ficaram sem 72 das 77 prefeituras de antes da eleição de 2016 e perderam 86% da influência sobre munícipes em todo o país. O PT deixou de governar nada menos que 94 milhões de brasileiros espalhados por municípios de norte a sul. Mas o dano começou a ser sentido bem antes de 2016. EJá sob os efeitos devastadores da Lava Jato, em 2014, a bancada de deputados estaduais em São Paulo encolheu de 23 para 15 e a de federais de 16 para dez. partido que chegou a ter 25% dos votos para cargos legislativos recebeu apenas 11% em 2014. E a situação tende a piorar ainda mais nas próximas eleições.

As projeções para 2018 também não são nada animadoras. Sem nenhum candidato favorito a governos de Estado, o PT ainda amarga um triste reverso. Senadores pretendem disputar vagas de deputados, cientes de que terão poucas chances de se reelegerem nas próximas eleições.

Até mesmo o número de aventureiros que ainda apostam na legenda diminuiu drasticamente. Um levantamento interno realizado pelo PT de São Paulo aponta para uma queda expressiva das candidaturas a deputado estadual e federal no Estado em 2018. O número de filiados dispostos a disputar as eleições pelo partido é, hoje de no máximo 99 nomes. Em 2014, foram 174 candidatos a cargos legislativos, o que representa uma queda momentânea de 43%.

"Isso tem a ver com a crise e com tudo o que aconteceu (Lava Jato e impeachment). Por causa daquilo, algumas pessoas que poderiam ser candidatas saíram do partido". "O alento é que o PT está se recuperando." reconhece o ex-deputado Jilmar Tatto, responsável pelo levantamento.

Em todo o país, poucos dirigentes ainda acreditam que o partido tenha alguma chance de sobreviver após a condenação de Lula na Segunda Instância. "São os fanáticos que não tem mais nenhuma perspectiva na vida", diz um dirigente do partido no Rio, que culpa todos os petistas pela morte do partido. "São saudosistas de um tempo que não volta mais". 
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