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Lula caminha para radicalizar processo eleitoral do Brasil. Prestes a ser condenado na Segunda Instância, petista desafia autoridades



O ex-presidente Lula está dando todos os sinais de que pretende seguir os conselhos da jornalista petista Maria Inês Nassif, que prega a radicalização do processo eleitoral e o desafio às Instituições do país como forma da esquerda tomar o poder de volta.

O ex-presidente Lula afirmou nesta terça-feira (5), que vai continuar desafiando o juiz Sergio Moro, o Ministério Público e a Polícia Federal a apresentar provas contra ele, mesmo ciente do repleto roll de provas, testemunhos e evidências que o ligam a centenas de eventos criminosos envolvendo atos de corrupção e lavagem de dinheiro.

O esperneio de Lula é para não ser preso. Com apenas 11,9% de intenções de votos, o petista sabe que atingiu seu teto na preferência do eleitorado e que é repudiado por mais de 80% dos brasileiros. Nas pesquisa recentes, inclusive a do DataFolha que o coloca com mais de 30% de intenções de votos, apenas um terço dos entrevistados se dispuseram a declarar em que pretendem votar. Isto significa que Lula tem um terço em um universo de 35% do eleitorado, enquanto 65% dos entrevistados disseram que não sabem em quem vão votar ou se vão votar em algum candidato em 2018.

Lula é um dos nomes mais conhecidos do país e é candidato à Presidência da República desde 1989. São quase 30 anos em campanha intensiva, com caravanas, militância, artistas e jornalistas propagando seu nome e seus discursos.  O teto de 11,9% de intenções de votos é um fator desesperador e Lula sabe que mesmo que concorresse, jamais venceria a eleição.

Diante deste cenário, a tentativa de Lula de radicalizar seu discurso para intimidar as autoridades é fruto de seu desespero. Para piorar, o petista não possui mais o poder de mobilização do passado, os movimentos sociais e sindicais estão anêmicos e a militância raquítica. O petista não tem alternativas. Embora não pretenda abrir mão de usar o PT como escudo, representantes da esquerda como Guilherme Boulos e Fernando Haddad acompanham de longe seu desespero. Logo que Lula se tornar inelegível, esta turma vai mostrar suas unhas. Não para radicalizar ao lado do ex-presidente, mas para assumir seu posto de líder da esquerda brasileira. 
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