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Gilmar Mendes proíbe conduções coercitivas. Agora o investigado poderá ficar dando olé no oficial de Justiça a vida toda



Os agentes nomeados no Supremo Tribunal Federal (STF) para defender os interesses da classe política arregaçaram as mangas neste final de ano e parecem não se importar mais com a opinião pública. O ministro Gilmar Mendes simplesmente acaba de proibir o uso de conduções coercitivas de investigados para depoimentos em apurações criminais.

A partir de agora, os investigado vão poder driblar os oficiais de Justiça por prazo indefinido e não se sentirão ameaçados, caso se neguem a prestar depoimentos quando estiverem sendo investigado. Na prática, Gilmar Mendes, o intocável, deu uma banana para as autoridades, para a sociedade e foi para a galera como os criminosos.

Como ficou claro, o ministro ficou sensibilizado com o fato da Polícia Federal ter colocado a mão em gente poderosa, que tem sido tratada na Lava Jato como qualquer cidadão. E isso não pode.

Gilmar Mendes proibiu a condução coercitiva no Brasil atendendo uma ação movida em 2016 pelo PT. O partido argumenta que as conduções violam o direito à autoincriminação, ao silêncio, ao juiz imparcial, ao devido processo legal, à paridade de armas entre a ampla defesa e ao contraditório. Na prática, o PT quer assegurar aos investigados o direito de fugir do oficial de Justiça e ficarem bem longe do alcance dos braços da Lei. 

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