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Esquerda exigiu que Temer fosse julgado por gravação e corridinha da mala forjada, mas não quer que Lula seja julgado por assalto na Petrobras



A esquerda brasileira sempre conseguiu ludibriar boa parte da população com suas narrativas estapafúrdias e sem qualquer vínculo com a realidade. Políticos, artistas, intelectuais, simpatizantes do partido e até opositores fingem ignorar os propósitos ridículos e controversos que defendem.

Qualquer calçada da Brasília sabe que Lula e o PT, ao longo de quase uma década e meia no poder, aparelharam o Ministério Público Federal, o Supremo Tribunal Federal e praticamente todos os setores da administração pública.

Os métodos de aparelhamento das instituições do país são variados e vão desde a concessão de privilégios vergonhosos à tolerância com a incompetência e falta de mérito de seus escolhidos. O ex-advogado do PT, Dias Toffoli, foi reprovado duas vezes em concurso para juiz de primeiro grau, não fez não fez doutorado, mestrado e não havia escrito nenhum livro quando foi escolhido para o cargo de ministro do Supremo.

A mais vergonhosa conspiração da história da República é um capítulo à parte. O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pegou carona na boa reputação da Operação Lava Jato para engendrar a trama mais diabólica que se tem notícia na história da PGR. O socialista se aliou aos açougueiros criminosos da JBS para conspirar visando derrubar o governo. Como ficou comprovado, Janot utilizou a instituição com o ardil de perpetrar uma vingança pessoal e ideológica contra o presidente Temer. Instruiu Joesley Batista sobre como forjar uma série de situações que mais tarde seriam usadas para denunciar o presidente. Isto é um fato. Por mais idiota que um cidadão seja, não há como ignorar este fato.

Joesley atraiu o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, e lhe prometeu um prêmio de R$ 500 mil, caso ele conseguisse agendar uma visita ao presidente. Em troca do dinheiro, Rocha Loures teria que seguir instruções específicas, como informar que estaria presente no encontro, informar à segurança do Palácio do Jaburu a placa do carro que usaria na visita e entregar o carro a Joesley para que ele fosse sozinho, devidamente munido de um gravador e instruído pelo então braço direito de Janot, Marcelo Miller, sobre como arrancar do presidente declarações comprometedoras.

O resto da história, todos os brasileiros conhecem muito bem. Frustrados com o teor das gravações, Janot e Joesley vazaram uma transcrição falsa, na qual Josley falava abertamente com Temer sobre propina, cobrava providências no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), etc. A Rede Globo se encarregou de divulgar a transcrição falsa e pedir a renúncia imediata de Temer.

O passo seguinte consistia em filmar Rocha Loures recebendo seu dinheiro e dizer que a mala com os R$ 500 mil era destinada ao presidente. Como todos sabiam que aquele dinheiro jamais chegaria às mãos de Temer, retiraram os dispositivos de rastreamento e não se preocuparam em aguardar que Rocha Loures levasse o dinheiro ao suposto destinatário.

De fato, a trama de Janot com os criminosos contumazes da JBS patrocinada de forma tão diligente pela Rede Globo é algo que chega a dar nojo. Mas estes passos tinham um propósito ainda mais grotesco. Como se não bastasse forjar tantos crimes, o ex-procurador ainda tinham em mente denunciar o presidente com base nas provas que forjou com a ajuda de criminosos. A princípio, todos imaginavam que isso nem seria necessário. Achavam que com sua baixa aprovação popular, Temer não resistira a um espirro e renunciaria. Como esta parte do plano não deu certo, o jeito foi apelar para o passo seguinte.

Janot explorou as características únicas da instituição que comandava para disparar suas flechadas, na esperança que os parlamentares acolhessem suas denúncias forjadas. De uma forma ou de outra, o trâmite de uma denúncia contra o presidente da República é este: A PGR encaminha a denúncia ao STF, que por sua vez, não tem qualquer compromisso em analisar o teor da denúncia. Mesmo que ela acuse o presidente de ter cuspido no chão, o relator do caso é obrigado a encaminhar a denúncia para que a Câmara dos Deputados, onde os parlamentares decidirão se arquivam ou se autorizam o supremo a abrir um processo contra o presidente da República.

Em caso de autorização da Câmara, a denúncia segue para o STF, que terá seis meses para julgar o caso. Neste cenário, o presidente é automaticamente afastado do cargo, mesmo que a denúncia o acuse de ter cuspido no chão. Como se trata de um processo político, Temer correu o risco de não ter maioria na Câmara dos Deputados e de ser afastado do cargo que havia assumido meses antes.

Como se percebe, a manobra de Janot foi ardilosa em todos os aspectos e de uma forma ou de outra, causaria desgastes profundos no governo, que estava prestes a aprovar sua medida mais importante: a reforma da Previdência.

Novamente, como se tratou de um processo político, a situação forçou o presidente a lançar mão de mecanismos políticos para conseguir garantir maioria no parlamento. As emendas parlamentares, previstas no orçamento e que precisam ser liberadas de um jeito ou de outro durante o ano, foram o instrumento usado por Temer para assegurar o apoio da maioria dos parlamentares.

Mas a imprensa, contrariada por Temer não ter renunciado ou mesmo ficado de braços cruzados diante de tanta covardia, atacou o presidente por ele ter se defendido e recorrido a instrumentos políticos corriqueiramente usados em qualquer situação na relação do executivo com o legislativo.

A posição e os iludidos com toda a sujeira patrocinada pela Rede Globo sequer se deram conta de que Joesley Batista estava faturando bilhões especulando no mercado, enquanto as empresas com ações na bolsa viam seu valor de mercado despencar em mais de R$ 200 bilhões.

Os facínoras da esquerda, de parte do MPF e dos meios de comunicação defendiam que Temer precisava ser julgado por denúncias criminosamente forjadas, mas não mencionavam o risco que o afastamento do presidente da República do cargo representava para a democracia e a estabilidade econômica do país. Irresponsáveis e nenhum pouco preocupados com o povo, com os empresários, empreendedores e desempregados, estavam apenas preocupados em retomar o controle do Estado e assegurar a manutenção de sues privilégios e o acesso ao dinheiro dos cofres públicos.

Os mesmos que defendiam que Temer deveria ser julgado naquela ocasião, agora defendem que o ex-presidente Lula, o bandido e chefe da organização criminosa que assaltou o Brasil por longos treze anos, não seja julgado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região no dia 24 de janeiro.

Ao contrário do presidente Michel Temer, que não possui nenhum processo ou denúncia criminal ao longo de seus mais de 50 anos de vida pública, o ex-presidente Lula é alvo de 9 processos, é réu em 7 ações penais, já foi condenado na primeira instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Lula é um ladrão desqualificado que causou prejuízos bilionários ao país. Lula roubou bilhões da Petrobras e do BNDES para repartir o dinheiro do povo com bandidos como Marcelo Odebrecht, Eike Batista, Léo Pinheiro, Joesley Batista e outros tantos criminosos que faziam parte de sua organização criminosa.

O fato é que não existem santos puros nem na política nem na sociedade. Mas existem muitos demônios nos dois casos. Pessoas que mentem, que caluniam e que conspiram para tomar o poder a qualquer custo. São aqueles que reconhecem as mentiras, mas mesmo assim usam-nas para destilar seu ódio, sua frustração e suas derrotas. Gente desonesta há em toda parte. Na política, nas igrejas, nas redes sociais e na imprensa.  Mas este tipo de gente bem sabe que sua fraqueza se irradia para os demais setores de sua vida repleta de derrotas. 

Assim como qualquer ser humano, Temer não é um anjo puro e perfeito, por mais tentem exigir isto dele. Mas está bem longe de ser um demônio da laia de Lula, Janot e de muitos jornalistas que apostaram tudo para destruir o país com a  conspiração envolvendo os açougueiros criminosos. Assim como Lula, Temer será julgado ao seu tempo. Se há alguma preocupação de sua parte neste sentido, esta pode estar relacionada com a possibilidade de ser julgado pelos ministros bolivarianos de Lula no STF, os amigos de Janot e Joesley.

Ao contrário de todos os que tentaram derrubá-lo, Temer está fazendo mais pelo país do que todos  juntos. 
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