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Dilma, Lula e o PT querem nova Lei da Anistia. Agora querem perdão por crimes comuns



A ex-presidente Dilma Rousseff se pronunciou sobre a condição de criminoso condenado do ex-presidente Lula, que teve seu julgamento em Segunda Instância marcado para o dia 24 de janeiro. De forma legal e Democrática, observando todos os requisitos clássicos de um Estado de Direito, o Tribunal Regional Federal da 4º deve julgar o recurso do petista no caso relativo ao triplex no Guarujá, ação penal na qual foi condenado em Primeira Instância.

Em nota, Dilma afirmou que "Os democratas deste país, aqueles que prezam a normalidade democrática e o pleno funcionamento das instituições, devem defender o direito de Lula de concorrer à Presidência.

Interditar Lula é casuísmo. Eleição sem Lula é eleição sem legitimidade. Eleição sem que Lula tenha direito de concorrer é mais um golpe contra a democracia.”

Na prática, Dilma quer um repeteco na da Lei da Anistia brasileira, um recurso de anistia política que teve a intenção de reestruturar a democracia brasileira depois de 15 anos de regime militar no qual ativistas tiveram seus direitos políticos restaurados. Só que neste caso, Dilma, Lula e os petistas querem uma nova Lei da Anistia. Não para crimes políticos, mas para crimes comuns. Roubar para financiar um plano de poder não é lutar pela democracia. Em qualquer caso, roubar é crime. Lula roubou em nome de um plano de poder e aproveitou para roubar um pouco para ele mesmo.

Lula foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na ação que será julgada em janeiro, como qualquer cidadão. Pela Lei da Ficha Limpa, o petista se torna inlegível. Como qualquer cidadão, Lula pode ser preso por seus crimes. Mas a cara de pau dessa turma não tem limites. Se continuarem assim, daqui a pouco vão pedir indenização e novas aposentadorias como perseguidos pela Lava Jato. 

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