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Covardia e demência. Após pedir renúncia de Temer junto com a Globo, FHC elogia feitos do presidente



O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pode dar as mãos à Rede Globo. O político foi um dos grandes entusiastas da conspiração Janot/Joesley para derrubar Temer, patrocinada pela emissora. FHC entrou na dança e foi um dos primeiros a pedir a renúncia do peemedebista, que além de debelar a maior recessão da história do país, já havia aprovado mais projetos que o próprio FHC e Lula juntos.

No artigo Coragem e decência publicado em O GLOBO, FHC, o mesmo que fez de tudo para que seu partido abandonasse o governo num dos momentos mais críticos da história do país, trata o presidente Michel Temer como chefe de um "governo de transição". Enquanto tenta realçar os feitos de seu governo, praticamente todos aprovados com o empenho de Temer, então presidente da Câmara dos Deputados, FCH acaba tendo de reconhecer que o atual presidente foi capaz de superar não apenas a campanha massiva da Globo, como também transpor desafios gigantescos na recuperação da economia do país de modo geral:

"A despeito de tudo, inclusive da crise moral, o governo vai atravessando o despenhadeiro. Retomou as condições para transformar de retórica em prática viável a exploração do pré-sal, com a reconstituição financeira e moral da Petrobras. Está estabelecendo um plano adequado para as empresas energéticas, deu ímpeto à reforma educativa e assim por diante, sem esquecer-se dos esforços para conter os gastos nos limites do orçamento e das possibilidades de endividamento do Estado" admite um FHC relutante.

O ex-presidente, no entanto, não reconhece o esforço hercúleo de Temer na aprovação da criação do limite do teto dos gastos públicos da União, da reforma do ensino médio, da modernização das leis trabalhistas e agora, seu empenho diuturno no esforço para aprovar a reforma da previdência.

Cientistas políticos e economistas estão se aproximando do consenso de que Temer pode se tornar o melhor presidente da República dos últimos trinta anos, a despeito das aves de rapina, dos agourentos e dos sabotadores que lhe roubaram praticamente oito meses de governo com a crise artificial da delação dos criminosas da JBS. Temer prevaleceu sobre Janot, sobre a Globo, sobre o PT e sobre FHC. Mesmo sem a ajuda do tucano, é quase certo que conseguirá aprovar a reforma da previdência e gerar pelo menos cinco milhões de empregos até o fim de seu governo, em 1º de janeiro de 2019. Enquanto isso, FHC torce para que algum de seus aliados consiga vencer a eleição presidencial de 2018. Pelo desejo do tucano, pode ser Lula ou Alckmin. Seu pupilo Aécio Neves está fora do páreo. 
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