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Ciro Gomes segue a cartilha dos lixos da esquerda: Cuspa nos outros, fale palavrões e xingue todo mundo



O vácuo deixado na esquerda brasileira pela queda de seus maiores expoentes pode significar uma boa oportunidade para outros bandidos de plantão que queiram se aproveitar da estupidez dos militantes e simpatizantes órfãos do PT.

Existem várias fórmulas para se tornar um líder de esquerda no Brasil, todas didaticamente descritas nas cartilhas empoeiradas do comunismo e nos manuais socialistas de terceira. A exploração sistemática de velhos clichês sobre compaixão pelos pobres e minorias, acrescidos dos discursos de ódio contra as elites, são procedimentos obrigatórios para qualquer um que se proponha a capturar a imaginação dos simpatizantes da esquerda. Basta ser um sujeito escroto, desprovido de caráter e se apropriar, na cara dura, de anseios comuns entre grupos sociais.

A receita consiste em culpar toda a "sociedade burguesa" pelos fracassos e problemas do país. Não precisa nem propor soluções. Basta transparecer que possui bastante ódio no coração. O campo de atuação é vasto e inclui os bolsões de miséria, os eco chatos, as minorias LGBT, além dos concorridos redutos sindicais e estudantis. Basta alugar uns índios, pagar diárias para um bando de gente atoa, reunir uns maconheiros e outras amebas para fazer um comício raivoso e pronto! Para seduzir essa gente, é preciso dar a entender que se pensa como eles.

Nos últimos tempos, uma nova modalidade, mais virulenta e belicosa, está abrindo os flancos entre os tradicionais corredores da esquerda brasileira: os cuspidores e xingadores de palavrões. Esta é uma tendência nova, onde basta cuspir e chamar todo mundo de f* da P*, golpista e safado para fazer sucesso instantâneo. Quanto mais ousado for o aspirante a líder da esquerda, quanto mais cuspir e quanto mais xingar Deus, o mundo e o Raimundo, maiores suas chances de se projetar num segmento da sociedade composto por indivíduos dotados de pouca capacidade de discernimento.

A vantagem de explorar este grupo de pessoas frustradas da sociedade, um tradicional reduto da esquerda, é que são pessoas completamente dispostas a defender o caos e extremamente tolerantes com a corrupção. Para essa gente, a anarquia significa uma oportunidade de saquear e tirar das mãos dos outros o fruto de seu trabalho. Incompetentes contumazes e incapazes de criar soluções para suas próprias vidas, se alimentam da destruição do mérito alheio.

É justamente neste contexto que um político problemático tenta se inserir. O problema é que Ciro Gomes não é nem de esquerda, direita ou de qualquer orientação ideológica. É um oportunista lunático, vaidoso e vidrado no poder. O Brasil já tem problema demais para tolerar um  sujeito tão desprezível. Veja no vídeo abaixo o tipo de sujeitinho arrogante que se apresenta como uma solução para o país:


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