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Calma gente. Ainda não acabou. O PT quebrou os Correios também



Para quem acha que se viu livre do PT, vale lembrar que as consequências devastadoras decorrentes da passagem do partido pelo poder ainda vão perdurar por muitos anos, afetando milhões de famílias. Os Correios, motivo de orgulho dos brasileiros, assim como a Petrobras foi no passado, atravessa a mais grave crise de sua história graças ao PT de Lula e Dilma.

A previsão de fechamento de 2017 com prejuízo de R$ 1,3 bilhão, segundo projeção do presidente da estatal, Guilherme Campos, apresentada em uma reunião na última terça-feira (13), no Palácio do Planalto, é apenas um sinal de que as coisas não andam bem. Se confirmada, será o quinto ano consecutivo em que a companhia, que foi palco inaugural do mensalão há mais de dez anos, fechará no vermelho. Nos primeiros quatro meses deste ano, o prejuízo acumulado é de R$ 800 milhões.

A atual  se estabeleceu em 2011, quando o militante petista Wagner Pinheiro presidia a empresa. O lucro líquido do primeiro semestre daquele ano foi de R$500 milhões, ainda decorrente da gestão anterior. Mas, a partir de então, o inchaço pode até ter engodado o caixa das entidades sindicais, mas levou os Correios a registrarem prejuízo bilionário pela primeira vez em sua história.  Em 2015, último ano de Pinheiro no comando, os Correios registraram o maior prejuízo da história da empresa: R$ 2,1 bilhões. Isto significa que a empresa deu prejuízos durante todos os anos do governo Dilma. Apesar dos desmandos do PT, funcionários dos Correios trabalharam com afinco para reeleger a petista em 2014.

Isto significa que muita gente ainda vai sofrer na pele a maldição das gestões petistas. Segundo Guilherme Campos, "Para tentar reverter a crise, Campos propõe alterar o plano de saúde dos funcionários. A ideia é que a empresa, que hoje custeia, em média, 93% dos planos de funcionários, estendendo o benefício a cônjuges, filhos e pais, concentre-se em pagar 100% do benefício, porém apenas para funcionários ativos e aposentados, excluindo parentes.

“A única proposta hoje na mesa é essa: assumimos 100% do custo dos funcionários na ativa e dos aposentados e 15% do resultado do lucro da empresa iria para a folha de pagamentos para que os empregados optem por contratar com desconto o plano de parentes”, afirmou o presidente dos Correiros em entrevista ao Estadão esta semana. 

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