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Além dos altos salários da elite do funcionalismo público, o povo ainda paga carro de luxo, aluguel e guloseimas que levam para casa - Vídeo



Não é nenhuma novidade que os servidores públicos formam “a elite do Brasil” e estão nas camadas mais ricas da população. Também pudera. Além dos altos salários, da aposentadoria 15 vezes maior que os trabalhadores da iniciativa privada, de tantos privilégios, regalias e penduricalhos nos salários, há ainda servidores que levam para casa as guloseimas compradas com o dinheiro do contribuinte. Em repartições públicas e no Judiciário, são comuns as compras extravagantes de queijos finas, cafés importados, geleias, doces diet e outras especiarias bem caras. Boa parte destes itens nem chega a ser consumida no local de trabalho. Vão parar nas bolsas generosas e nos porta-malas dos carros oficiais de luxo e até mesmo nos jatinhos da FAB que levam a elite do funcionalismo público para casa.

Neste momento, setores do Judiciário travam uma verdadeira guerra contra o governo para assegurar seus privilégios e atuam de forma sistemática na imprensa e nas redes sociais para atacar o presidente Temer, que já acabou com a farra dos sindicalistas, dos artistas da Lei Rouanet, dos movimentos sociais e agora parte com tudo para cima da elite do funcionalismo público, que drena bilhões do dinheiro do contribuinte. O objetivo do governo é cortar gastos excessivos com quem ganha salários de até R$ 33 mil e usar a economia para diminuir impostos, investir mais em saúde, educação, etc. Afinal, o dinheiro que esta turma mama é todo do povo, o pagador de impostos. Os servidores públicos que formam a elite do Brasil, estão entre 4% mais ricos graças aos altos salários  e ‘penduricalhos’ que acrescentam indevidamente à remuneração valores que a Constituição não permitiria”, observou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.

Vejam o caso do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG). Apesar de já receberem auxílio-moradia, auxílio-transporte, auxílio-doença, auxílio-turismo conta da Previdência e auxílio-alimentação na faixa, os magistrados se alimentam 'por fora' às custas do contribuinte. com verba pública. Em licitação recente, os membros da corte se autorizaram gastar R$ 602,2 mil com mais de 120 mil quilos de guloseimas caríssimas. Entre os itens  adquiridos para o 'lanche' dos membros do judiciário, estão 100 quilos de filé de bacalhau "do tipo Porto", 4 toneladas de peito de frango "sem osso", dezenas de toneladas de frutas, 3,5 toneladas de queijos variados, 108 kg de azeitonas "sem caroço" e 850 kg de peito de peru "de 1.ª qualidade", entre outros. São 500 quilos de guloseimas por dia para cerca de 100 pessoas, caso a licitação fosse para durar um ano inteiro, o que não é o caso.

O processo de licitação aberto pelo Superior Tribunal de Justiça, o STJ, também prevê quase meio milhão de reais na compra de lanches para os ministros e desembargadores durante o ano de 2018. Acompanhe os detalhes no vídeo abaixo:




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