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A cansativa covardia de Lula em tentar fugir de Moro. TRF-4 nega mais um recurso do petista para afastar o juiz de seus processos



O ex-presidente Lula sofreu mais uma derrota nesta terça-feira, 05, em sua cruzada para fugir do juiz federal Sérgio Moro. O petista teve mais um pedido negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que não concordou em afastar Moro de processo sobre terreno do Instituto que leva seu nome, no processo em que o petista é acusado de ter recebido propina da Odebrecht.

Por meio de sua defesa, Lula tentou pela enésima vez afastar Moro de seus processos sob a alegação de que o magistrado é suspeito e parcial em suas decisões. Essa é a terceira vez apenas neste caso que o TRF4 nega o pedido de afastamento – duas julgadas em setembro e outubro foram negadas.

“Esse recurso foi interposto contra acórdão do TRF4 que havia rejeitado a exceção de suspeição que apresentamos em desfavor do juiz Sérgio Moro. Os fatos que apresentamos não deixam dúvida de que o juiz perdeu não apenas a imparcialidade para julgar o ex-presidente Lula, como também a aparência de imparcialidade, que também é relevante para assegurar a legitimidade dos julgamentos realizados pelo Poder Judiciário”, diz a nota da assessoria da defesa do ex-presidente.

Lula é réu no processo juntamente com sete pessoas envolvidas no esquema. A suspeita é de que a Odebrecht tenha pagado como propina a compra do apartamento em São Bernardo do Campo, em SP, ao lado de onde o petista reside, e de um terreno para o Instituto Lula na capital paulista.

O petista é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo investigações, o valor do terreno onde está o Instituto Lula girava em torno de R$ 12 milhões, e no apartamento R$ 504 mil teriam sido pagos.

Lula já foi condenado pelo juiz Moro, no caso do tríplex do Guarujá, a nove anos e seis meses de prisão. Ele recorre em liberdade e seu recurso é analisado pelo TRF4.

A acusação é por ocultação da propriedade recebida como propina da empreiteira OAS em troca de favores na Petrobras.

Nesta semana, o relator, desembargador João Pedro Gebran Neto, concluiu seu voto e encaminhou ao revisor Leandro Paulsen. A previsão para que a Turma julgue o caso na segunda instância é para o início de 2018. Confirmada a sentença proferida por Moro, Lula será enquadrado na Lei da Ficha Limpa e se torna inelegível por oito anos.
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