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Transformar o país não significa melhorar o país. O blefe da esquerda



Os jornalistas e os representantes da esquerda falam acusam a maior parte da sociedade brasileira de viver um momento de intolerância. Os defensores da ideologia de gênero, do aborto, da descriminalização das drogas, da defesa excessiva dos direitos humanos de criminosos e outros valores até mesmo razoáveis em dadas circunstâncias se apropriaram dos debates. Tudo com único propósito de problematizar questões onde ocorreram grandes avanços nas últimas décadas, fruto do amadurecimento da própria sociedade.

O problema é que estes setores que tentam promover o recrudescimento do ódio fingem ignorar que a sociedade repudiou o fracassado projeto de poder que as esquerdas tentaram implementar no país ao longo da última década e meia, com a inversão de valores caros para a sociedade.

O projeto de poder da esquerda tinha como objetivo transformar o país, quando o dever da classe política consiste basicamente em melhorar a vida da população nas áreas que são de sua atribuição, como a saúde, segurança pública, economia, geração de emprego, redução de impostos, etc.

Mas no lugar de cumprir com o dever de casa, zelando por requisitos fundamentais para a vida econômica do país, os setores da esquerda tentaram e ainda tentam moldar a nação seguindo a visão de mundo de seus representantes, procurando interferir em entendimentos sagrados como a família, a propriedade e a liberdade.

Há uma grande diferença entre assegurar os direitos das minorias e impor seus valores à maioria. O objetivo claro da esquerda é desviar o foco de propósitos menos nobres, como investir o dinheiro do contribuinte em obras superfaturadas que não trazem qualquer benefício para a sociedade com o único propósito de desviar dinheiro público. Construir estádios ao custo de bilhões e outras obras inúteis de custos astronômicos apenas para fortalecer grupos econômicos coniventes com um projeto de poder ambicioso para assegurar recursos que garantam a sua perpetuação no poder não é o caminho para melhorar o país.

A negligência dos governos de esquerda em áreas como educação, saúde, segurança pública e na economia teve um custo altíssimo para a sociedade, que hoje padece. Jovens que deixaram de ser educados, que não tiveram acesso a cursos profissionalizantes, lazer e oportunidades de ingressar no mercado de trabalho engrossaram as fileiras da criminalidade, da prostituição e do tráfico de drogas. Milhões de pessoas perderam suas vidas ou tiveram seu futuro irremediavelmente comprometido ao longo da última década e meia graças à tentativa dos governos de esquerda de transformar o país, no lugar de melhorá-lo.

Defender invasores de terra em detrimento daqueles que produzem alimentos, defender criminosos em detrimento daqueles que lutam contra a escalada da violência, defender usuários de drogas que financiam o crime organizado em detrimento das vítimas, da destruição de vidas e de famílias são formas de dissimular desmandos muitas vezes mais perniciosos ainda, como a sangria desenfreada dos cofres públicos, o enriquecimento ilícito, a garantia de regalias a grupos coniventes, etc.

A promessa da esquerda de transformar o pais foi um completo desastre. Quem se propõe a transformar nem sempre é capaz de cumprir o elementar, como a manutenção do funcionamento adequado do país e de suas instituições. O básico. 
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