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Sentada em sua poltrona de R$ 45 mil, representante da esquerda caviar insinua que internautas não possuem ética ou moral



A atriz Fernanda Torres voltou a acusar os internautas, de forma generalizada, de se comportarem de forma imoral e sem ética nas redes sociais ao participar de uma série de entrevistas curtas veiculadas pelo Estadão. "A reconstrução do Brasil" é um apanhado de impressões, na qual celebridades apresentam sugestões para as eleições de 2018.

Sentada em sua poltrona que vale cerca de R$ 45 mil, a atriz simpatizante da esquerda sugeriu o encontro de um meio termo entre os que se encontram na idade média (?) e "essa tecnologia sem ética e sem moral".

Para quem pegou o bonde andando, a atriz foi uma das defensoras das polêmicas mostras de arte recentes, na qual crianças eram expostas a situações análogas à pedofilia e até mesmo estimuladas a "interagir" com marmanjos pelados.

 Fernanda Torres também andou se queixando de supostas ameaças de morte que sua mãe, a atriz Fernanda Montenegro, teria sofrido no Facebook.Segundo a atriz, as ameaças teriam ocorrido em setembro, mas estranhamente nem ela nem a mãe tomaram nenhuma providência.

A fala na qual Fernanda Torres se refere a "essa tecnologia sem ética e sem moral" aparece no vídeo abaixo. Mas durante sua participação no programa "Conversa com Bial", a atriz falou mais sobre suas impressões sobre as redes sociais:

"Se você pagar um peitinho, a nudez no Facebook é totalmente vilanizada. Mas pode postar metralhadora, ameaça de morte, xingar do que for que não fere 'os padrões da comunidade'. Daqui a pouco vão dizer que vão matar e vão matar mesmo. A questão é moral, ética, educacional... A Internet vai continuar lavando as mãos?", questionou a atriz, que afirmou que as pessoas ainda não têm noção do poder da rede.

"O Facebook é um alienígena e está sendo usado para eleger o Donald Trump, por exemplo. A tecnologia chegou antes da legislação sobre ela", ponderou a atriz, sugerindo que deveria ter havido alguma espécie de censura prévia no Facebook, antes da ferramente ser disponibilizada para a sociedade.

É até difícil imaginar que uma rede social com mais de 2 bilhões de usuários esteja tão repleta de vilões, como sugere a atriz. Obviamente, bilhões de pessoas usam o Facebook para manter contato com amigos, parentes e trocar mensagens e fotos meigas. Se há uma parcela chutando o pau da barraca, estas pessoas também refletem o pensamento da sociedade. Não é razoável supor que uma pequena elite possa ditar regras ou impor um comportamento para bilhões de pessoas no mundo real. Isto é ridículo.

Ser civilizado consiste justamente em saber conviver com as diferenças, aceitar o semelhante como ele é e saber conviver com o contraditório. Não há qualquer problema se Fernanda Torres, sua mãe e seus amiguinhos órfãos da Lei Rouanet admirem bandidos como Lula e Dilma. Cada um tem a liberdade de escolher seus próprios ídolos. Como pessoas públicas, esta gente também já deveria ter se habituado a críticas. Sobretudo quando tentam impor suas opiniões sobre as dos demais. Tudo isso é saudável e faz parte do processo democrático.

No vídeo abaixo, Fernanda Torres aparece sentada em uma peça cobiçada do mobiliário brasileiro. A poltrona Mole, criada pelo carioca Sérgio Rodrigues, vale entre U$ 15 mil e U$ 20 mil, caso seja uma das peças de jacarandá produzidas entre 1957 e 1968. Para quem não tem tanta grana, é possível encontrar réplicas no Mercado Livre com preços a partir de R$ 15 mil.

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