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PF prende Jacob Barata, o homem que Gilmar Mendes mandou soltar. É a Lava Jato mais forte que nunca



Contrariando as fofocas da imprensa sobre manobras para esvaziar a Operação Lava Jato, a investigação comprova que voltou com fôlego redobrado após a substituição do comandante da Polícia Federal Leandro Daiello pelo novo superintendente Fernando Segovia. Nesta terça-feira, 14. A PF deflagrou a Operação Cadeia Velha. Entre os alvos estão ninguém menos que o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani, que foi alvo de uma condução coercitiva, seu filho Felipe Picciani, que foi preso juntamente com  um dos maiores empresários do setor do transporte público do Rio, Jacob Barata Filho. Apontado como o chefe da máfia do trabporte público no Rio, Barata foi preso em julho e solto logo em seguida por determinação do ministro do STF, Gilmar Mendes.

A operação, uma das maiores ações da PF contra o crime organizado no Rio, é um desdobramento da Operação Ponto Final, uma das principais frentes de investigação da Lava Jato no Rio, que apura desvios de verba no transporte público do estado.

A pedido do Núcleo Criminal de Combate à Corrupção (NCCC) do MPF na 2a Região, o desembargador federal Abel Gomes, relator dos processos da Força-tarefa Lava Jato/RJ no TRF2 ordenou as conduções coercitivas dos parlamentares, seis prisões preventivas e quatro temporárias e buscas e apreensões nos endereços de 14 pessoas físicas e sete pessoas jurídicas. A condução coercitiva dos deputados foi ordenada como alternativa inicial à prisão deles.

Os investigados com prisão preventiva decretada são os empresários Lélis Teixeira, Jacob Barata Filho e José Carlos Lavouras, investigados na Operação Ponto Final, além de Jorge Luiz Ribeiro, Carlos Cesar da Costa Pereira e Andreia Cardoso do Nascimento. Os presos temporários são Felipe Picciani, Ana Claudia Jaccoub, Marcia Rocha Schalcher de Almeida e Fabio Cardoso do Nascimento.

A PF também está fazendo buscas nas residências de Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), e do deputado Paulo Mello. Na prática, foi o maior golpe contra a cúpula do PMDB no Rio de Janeiro. A PF prendeu os herdeiros dos dois manda-chuvas do partido no estado,:Felipe Picciani e André Puccinelli Júnior 
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