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PF precisa explicar sumiço de duas malas de dinheiro de Geddel Vieira Lima.



Uma informação que começou a circular nesta terça-feira deixou a Polícia Federal em uma situação bastante delicada: o sumiço de duas malas registradas no auto de apreensão da própria PF no apartamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima em Salvador.

A descoberta do desaparecimento dos dois volumes só foi possível graças a uma certidão burocrática da Polícia Federal. Segundo a PF, consta o recebimento  de sete malas de dinheiro, enquanto o auto de apreensão lavrado pela PF na Bahia, ao realizar a operação no apartamento em Salvador, em setembro, registrava nove malas.

A certidão não explica onde foram parar as outras duas. Também não informa se houve sumiço de parte dos R$ 51 milhões apreendidos ou se havia mais dinheiro que o valor declarado. “Certifico que, quando do recebimento do material encaminhado pela SR/PF/BA, referente a Operação Tesouro Perdido, através dos memorandos nº 3530/2017, 3531/2017 e 3532/2017, foi constatado a presença de somente 7 malas, sendo 6 grandes e 1 pequena, quando no auto de apreensão relaciona 9 malas, sendo 6 grandes e 3 pequenas”, diz a certidão, lavrada pelo escrivão Francisco Antonio Lima de Sousa, lotado na Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, a Dicor, em Brasília.

Apesar do mistério sobre o sumiço das duas malas, um fato importante foi esclarecido pelo Luiz Fernando Costa Filho, dono de América Engenharia. A testemunha confirmou  à PF que o dinheiro foi acumulado no bunker em Salvador durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2016. O esquema deixou de funcionar após a posse do presidente Michel Temer.
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