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Lula não têm moral para falar em nome do Brasil, após comandar assalto ao país. Preferência de analfabetos e corruptos não representa a sociedade



Prestes a ser condenado em Segunda Instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro,  réu pela sexta vez este ano, apontado como protagonista de mais de 477 eventos de corrupção, o ex-presidente Lula envergonha o Brasil e o mundo ao afirmar que pode se candidatar ao cargo de presidente da República. Autoridades e analistas políticos de todo o mundo são unânimes em afirmar que a candidatura de Lula coloca o país numa situação vexatória perante o mundo.

Segundo analistas, Lula já não reúne condições morais de falar em nome do país que de uma sociedade que lhe deu o voto de confiança e foi traída por sua organização criminosa. Ainda que uma pequena parcela desta sociedade, composta por pessoas de baixo grau de instrução e simpatizantes da esquerda corrupta ainda lhe garantam alguns votos, este universo não representa nem de longe a vontade da maioria. Por mais que Lula e o PT insistam em se colocar como alternativa para atender aos anseios da sociedade, esta sociedade passou a repudiar tudo que ele e seu partido representam.

Perante as autoridades internacionais, Lula também não possui mais de nenhuma credibilidade. A imagem institucional de um chefe de Estado tem muito peso em qualquer negociação bilateral, fóruns mundiais ou acordos econômicos. O ex-presidente e seu partido tornaram-se alvo de desconfiança em todo o mundo após análises de relatórios e processos em curso na Justiça do Brasil. Analistas estrangeiros confirmam que Lula não reúne qualquer condição de pleitear se candidatar à Presidência do Brasil, pois isto configuraria uma janela de impunidade vergonhosa para o país que trava uma batalha histórica contra a corrupção.

Envolvido em numerosos esquemas criminosos de lavagem de dinheiro, tráfico de influência internacional  e organização criminosa, o homem que seduziu o mundo com suas promessas de combate à fome é visto hoje como um cínico discípulo de Fidel Castro e de Hugo Chávez. O entusiasmo dos líderes mundiais e da imprensa estrangeira com relação a Lula cedeu lugar a desconfiança. Nem mesmo os chefes de Estado contemporâneos dos governos do petista ousam mais mencionar seu nome e cortaram relações com Lula. Assessores de ex-líderes foram instruídos a não manter qualquer tipo de contato com o petista ou com seus interlocutores.

O que se espera agora é que o Brasil prossiga na recuperação da economia e que as eleições de 2018 sejam capazes de projetar um governante capaz de garantir a manutenção da democracia e o combate à cultura da corrupção da classe política. 
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