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Lula e o PT não investiram o dinheiro do povo no país. Investiram em bandidos e em um projeto de poder criminoso



O ex-presidente Lula, que tentou se vender como um grande estadista e líder popular, acabou sendo desmascarado pelo tempo. Não foram apenas as investigações da Operação Lava Jato que revelaram ao mundo que o petista não passa de um bandidinho qualquer. As lacunas no desenvolvimento do país se converteram em enormes abismos desde a chegada do petista ao poder, quinze anos atrás. Lula não é apenas um bandido que roubou para si e seus comparsas. Lula é um criminoso que roubou os sonhos, a esperança e as oportunidades do Brasil.

Lula teve a oportunidade de ascender social e materialmente quando se tornou o líder do PT. Neste período, Lula passou a ter condições de oferecer uma vida confortável a sua família, teve tempo de se qualificar e de se preparar para governar o país com responsabilidade e dignidade. Lula tinha todas suas despesas bancadas pelo PT, foi deputado federal e passou a receber uma aposentadoria em 93 como vítima do regime militar. O dinheiro que Lula ganhava dava para viver com dignidade, num padrão muito acima da maioria dos brasileiros. Lula já tinha uma cobertura em São Bernardo do Campo, um sítio e outros imóveis. O petista deveria ter se contentado com tudo aquilo que conquistou antes de se tornar presidente e aproveitado a oportunidade de entrar para a história como um grande estadista, um reformador do Estado, e promovido uma verdadeira revolução no país nas áreas de infraestrutura, educação, saúde.

 Após anos perseguindo o objetivo de se tornar presidente do país, Lula deveria ter agido como tal quando chegou ao poder. Deveria ter parado de roubar e efetivamente governar a nação para os brasileiros, investindo o dinheiro do povo no bem estar e no futuro do próprio povo. Mas Lula preferiu continuar roubando e preferiu percorrer um caminho diverso daquele que havia se comprometido a seguir. Seu fabuloso histórico de crimes contra a nação o consolidou como uma das maiores decepções da política mundial.

Mesmo sem ter sido o responsável pela modernização da economia e pela retomada do crescimento no final do século passado, Lula capitaneou um dos maiores processos de expansão da economia nacional na primeira década do século 21. No lugar de aproveitar o boom de crescimento e investir na infraestrutura do país, Lula preferiu despejar bilhões de dólares em projetos de seus amigos banqueiros e empreiteiros.

Lula encontrou uma janela de oportunidades extraordinária no cenário em que assumiu a presidência em 2003.  As milhares de empresas, entre montadoras, redes de varejo e indústrias de todos os setores, que haviam se instalado no Brasil após a estabilização da economia, estavam começando a contratar mão de obra em massa. O resultado da inserção do Brasil na economia de livre mercado mundial, a "herança maldita", segundo o próprio Lula, proporcionou ao país uma condição ímpar sob o ponto de vista estratégico.

Mas foi justamente esta "herança maldita" que permitiu a melhoria na vida de milhões de brasileiros, que conseguiram bons empregos e puderam, pela primeira vez na vida, financiar automóveis, imóveis e outros bens de consumo.

Lula não teve coragem de promover importantes reformas estruturais nas áreas sociais, trabalhistas, e fiscais. Não ousou o enfrentamento de problemas crônicos do país, como a violência, saneamento, saúde. Extremamente moderado, o ex-presidente desencantou setores de seu partido, setores sindicais e movimentos sociais, preferindo conciliar outros interesses e se associar aos grandes empresários, bancos e empreiteiros, que lograram ganhos extraordinários e imediatos durante sua gestão. O próprio Lula, apesar de ser um homem que teve origem na pobreza, não se envergonha ao assumir que os bancos e empresários jamais ganharam tanto dinheiro quanto durante seu governo.

Entre outros aspectos fundamentais de sua trajetória contraditória, Lula se associou de forma promíscua aos piores setores da política brasileira, adotando aliados como Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Paulo Maluf, José Sarney e Fernando Collor.

Embora tenha sido eleito com o apoio dos movimento sindicais, Lula não ousou promover uma reforma sindical. Ao contrário, sua sucessora tirou direitos consagrados dos trabalhadores, com corte de benefícios e até mesmo permitindo a redução dos salários. Lula também contou com o apoio incondicional dos movimentos sociais, mas o PT nunca levou a sério, por exemplo, a questão da reforma agrária. A violência contra as mulheres, negros, pobres e nordestinos quase triplicou durante os governos do PT de Lula e Dilma. O Brasil hoje padece pela negligência de mais de uma década e meia dos governos petistas, que preferiram destinar o dinheiro do contribuinte a empresários corruptos como Eike Batista, Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro e Joesley Batista. O Brasil vai levar mais de uma década para corrigir as deficiências estruturais e sociais negligenciados por Lula e o PT. Esta sim, uma herança maldita de mais de U$ 500 bilhões.

Segundo o sociólogo José de Souza Martins, professor aposentado da USP e docente da Cátedra Simón Bolivar da Universidade de Cambridge (Inglaterra), o ex-presidente Lula é personagem de "duas faces que, sozinho, absorveu todo o potencial de populismo que havia na sociedade brasileira"

A ganância de Lula pelo poder começa a ceifar milhões de empregos. Apenas em 2015, mais quase cem mil empresas empregadoras fecharam as portas. Martins alega que o legado social do PT na Presidência da República não resistiu ao primeiro sinal de crise econômica interna. "A classe média do PT caiu de patamar em horas", afirma ele.

O auge da fragmentação do mito "Lula" se dá em meio à uma destruidora sequência de escândalos do corrupção envolvendo a Petrobras, Medidas Provisórias suspeitas, investigações sobre recebimento de propina por parte de familiares, inquéritos sobre tráfico de influência e até mesmo de ocultação de patrimônio.

Lula hoje, aos olhos do Brasil e do mundo, é um meliante que envergonha milhões de brasileiros. Sua biografia se resume num punhado de eventos de enganação, corrupção e escândalos. A verdadeira história de Lula está sendo escrita nos autos dos processos e ações penais em que o petista figura como protagonista de quase 500 atividades criminosas. 
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