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Luiz Fux detona bandidagem de Janot contra Temer e joga candidatura de Lula no lixo



O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux assumiu definitivamente a defesa dos interesses da sociedade e resgatou a esperança dos brasileiros sobre a existência de pessoas dignas no STF durante uma entrevista bastante alvissareira neste fim de semana concedida à jornalista Monica Bérgamo.

De forma discreta, o ministro demonstrou a mudança de paradigma com a substituição do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pela atual chefe da PGR, Raquel Dodge. Fux fez menção ao vazamento criminoso da delação forjada da JBS que tinha como objetivo provocar desgaste na imagem do presidente Michel Temer. Este seria o único propósito da manobra, já que as denúncias oferecidas pelo ex-procurador foram ineptas e vazias de provas.

Segundo Luiz Fux, o vazamento do conteúdo das delações antes do levantamento do sigilo “denigre” a imagem e a honra do acusado. O ministro apontou para fato de que ultimamente ele não tem observado esses vazamentos, mas que “num período antecedente” se incomodou com a prática. “O processo estava sigiloso no gabinete do ministro e de repente a delação vazava”, afirmou.

Fux assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral de fevereiro a agosto de 2018 já demonstrou sua disposição de barrar a candidatura do ex-presidente Lula, um criminoso condenado, à Presidência da República. "Eu entendo que algumas questões vão ser colocadas: a primeira, a da Lei da Ficha Limpa [que diz que condenados em segunda instância são inelegíveis]. A segunda é decorrente da Constituição. Ela estabelece que, quando o presidente tem contra si uma denúncia recebida, ele tem que ser afastado do cargo.

Ao ser questionado sobre a possibilidade do petista ser candidato a presidente em 2018 mesmo se condenado em segunda instância, Fux foi categórico ao abordar a situação absurda tolerada atualmente pelos meios de comunicação: "Pode um candidato denunciado concorrer, ser eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das eleições, previstos na Constituição?".

Ele lembrou que a Constituição estabelece que, quando o presidente da República tem contra si uma denúncia recebida, ele tem que ser afastado do cargo. “Ora, se o presidente é afastado, não tem muito sentido que um candidato que já tem uma denúncia recebida concorra ao cargo”.
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