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Luís Roberto Barroso, adorador de Dilma, advogado de terrorista e defensor da liberação da maconha e da cocaína



Há poucos dias, O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, ofereceu uma bela
perspectiva de seu cinismo durante seminário na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Ao comentar a situação do país, o ex-advogado do terrorista assassino Cesare Batistti fez a seguinte observação:

“Um presidente da República que foi denunciado duas vezes pelo procurador-geral da República, uma por corrupção passiva e outra por obstrução de Justiça", observou o ministro que diz que não gosta de falar sobre política (quando se trata dos crimes de Lula e Dilma) e que defende legalização da maconha e da cocaína como forma de minimizar os problemas com a "crise penitenciária". Barroso não se importa se a liberação destas drogas vai provocar o aumento das crises familiares e dos dramas da pais de filhos viciados.

Uma observação infeliz como esta partindo de um ministro do STF, quando qualquer estudante de direito sabe muito bem que nenhuma denúncia pode ser usada para desabonar a conduta de qualquer cidadão brasileiro.

Enquanto isso, na fila do supermercado, duas senhoras de cabelo grisalho comentavam que o tal do "Janot" tem que ser investigado, após ter celebrado o acordo com os criminosos da JBS apenas para oferecer uma denúncia contra o presidente, sem apresentar nenhuma prova concreta.

Infelizmente, a canalhice que vigora no Supremo brasileiro singra para todos os lados. Enquanto o ministro Gilmar Mendes se encarrega de blindar bandidos como Sérgio Cabral, Eike Batista e Jacob Barata Filho, Luís Roberto Barroso garante a liberdade do ex-ministro José Dirceu e a presidente do Supremo, a feminista Cármen Lúcia, anda posando de vítima do machismo da sociedade brasileira, mesmo sabendo que em praticamente nenhum lugar do mundo tem tantas mulheres comandando setores importantes do judiciário, como no Brasil.

O comentário de Barroso foi digno de um militante analfabeto do MST que participa de atos em troca de pão com mortadela. O ministro está cansado de saber detalhes dos bastidores da maior conspiração da história da República. Barroso sabe que, caso as denúncias de Janot apresentasse elementos contundentes para incriminar o presidente, a sociedade teria ido para as ruas exigir a saída de Temer e nenhum parlamentar teria coragem de barrar as denúncias na Câmara. Na verdade, não precisava nem de duas denúncias. Apenas uma, com provas claras e inequívocas, já seria suficiente. Barroso sabe que o objetivo de Janot era derrubar Temer para indicar seu sucessor e garantir a manutenção do controle da PGR. Nada surpreendente. Barroso é irmão de Fernanda Tórtima, a advogada dos açougueiros criminosos da JBS. Está tudo em casa.

Durante seminário na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, Barroso não foi capaz de destacar o papel dos criminosos da JBS no episódio ou reconhecer os prejuízos bilionários que denúncias forjadas por Janot causaram na economia do país. Poucos dias antes, em Nova York, Barroso afirmou que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi traumático e que "dividiu os brasileiros". Só não falou que foram 99% para um lado, e aquele 1% de vagabundos do outro.

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