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Lava Jato a todo vapor prende André Puccinelli, ex-governador do Mato Grosso do Sul, e seu filho André Pucinelli Júnior



Ao que tudo indica, Fernando Segóvia, nomeado por Temer para chefiar a Polícia Federal, não está para brincadeira. No mesmo dia em que deflagrou uma das maiores operações no Rio de Janeiro e levou para a prisão a cúpula do crime organizado no estado, a PF deflagrou também mais uma fase da Operação Lama Asfáltica. A investigação gira em torno de um esquema de corrupção que pode ter desviado R$ 235 milhões dos cofres públicos em Mato Grosso do Sul.

Forma presos o ex-governador do Estado André Puccinelli (PMDB) e seu filho, André Pucinelli Júnior em Campo Grande e levados para a Superintendência da PF em MS.

Em mais uma operação que tem como alvo caciques do PMDB, o que contraria as notícias da imprensa de que Temer teria mudado o comando da Polícia Federal para refrear a Lava Jato, a nova operação tem como objetivo desbaratar uma suposta organização criminosa que direcionava licitações públicas e superfaturava contratos, além de fazer aquisição fictícia ou ilícita de produtos, financiamento de atividades privadas por empresas estatais e concessão de créditos tributários com vistas ao recebimento de propina por agentes públicos.

Os recursos desviados, segundo a PF, foram "lavados" por meio de um esquema sofisticado.

A nova fase da investigação decorreu da análise de materiais apreendidos nas quatro etapas anteriores e dos depoimentos de colaboradores, que confessaram participação em crimes.

"Restaram corroboradas as provas já existentes acerca de desvios e superfaturamentos em obras públicas, direcionamento de licitações, uso de documentos ideologicamente falsos para justificar a continuidade e o aditamento de contratos, aquisição ilícita e irregular de produtos e obras, concessão de créditos tributários direcionados, tudo com a participação de servidores públicos", informou a PF.

Nesta terça, cerca de 300 policiais, foram cumpriram no Mato Grosso do Sul dois mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, seis de condução coercitiva e 24 de busca e apreensão. No Rio de Janeiro, outros 400 agentes cumpriram outros 35 mandados de prisão, condução coercitiva e busca e apreensão. Nas duas operações, os alvos são caciques do PMDB de Temer, que garantiu total autonomia ao novo diretor da PF e solicitou que fosse dado prosseguimento a todas as investigações que estavam paradas. 
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